Foi, e é mas já não é, a UnI. Agora, depois do Vara e do professor fantasma o Lello e os dinheiros e mafiosos do bingo brasileiro. Mais aqui. Percebe-se que Sócrates não tenha tempo para a Roseta e que o Governo vá já entrar em tempos de remodelação. Estórias da estória democrática pós 25 de Abril, cansativas de tão repetitivas, onde o Exército que traiu e, cobarde fugiu na época das colónias entregando o País a este triste fado, vai agora combater a sério e morrer pelo Bush no Afeganistão. Valentes, carai! A esquerda cala-se. Como se cala por Pinto Coelho, o do PNR, estar a ser perseguido e prejudicado no seu lugar de trabalho por pensar como pensa que, por acaso, não é o que eu penso. Mas sem a Democracia da Esquerda o Martin Amis nunca tinha escrito Koba, o Terrível, e agora A Casa dos Encontros e essas coisas maldosas sobre comunistas, genocídios e outros Goulags. Valha-nos isso. Do mal o menos. O acórdão sobre o tal Gomes, o sargento, li, afinal foi para agradar à opinião pública soltando o gaijo mas confirmando a culpa do dito. Ou seja, crime há mas a pressão já bloqueia os tribunais em Portugal. Coitados dos que estão presos por roubos de 4 euros aos 70 anos. Vamos bem, claro. Felizmente é sábado, o blogue e nós voltamos amanhã. Haverá luar? sábado, 12 de maio de 2007
A saga continua. Carai! Nem o chilrear dos pardais põe cobro a isto.
Foi, e é mas já não é, a UnI. Agora, depois do Vara e do professor fantasma o Lello e os dinheiros e mafiosos do bingo brasileiro. Mais aqui. Percebe-se que Sócrates não tenha tempo para a Roseta e que o Governo vá já entrar em tempos de remodelação. Estórias da estória democrática pós 25 de Abril, cansativas de tão repetitivas, onde o Exército que traiu e, cobarde fugiu na época das colónias entregando o País a este triste fado, vai agora combater a sério e morrer pelo Bush no Afeganistão. Valentes, carai! A esquerda cala-se. Como se cala por Pinto Coelho, o do PNR, estar a ser perseguido e prejudicado no seu lugar de trabalho por pensar como pensa que, por acaso, não é o que eu penso. Mas sem a Democracia da Esquerda o Martin Amis nunca tinha escrito Koba, o Terrível, e agora A Casa dos Encontros e essas coisas maldosas sobre comunistas, genocídios e outros Goulags. Valha-nos isso. Do mal o menos. O acórdão sobre o tal Gomes, o sargento, li, afinal foi para agradar à opinião pública soltando o gaijo mas confirmando a culpa do dito. Ou seja, crime há mas a pressão já bloqueia os tribunais em Portugal. Coitados dos que estão presos por roubos de 4 euros aos 70 anos. Vamos bem, claro. Felizmente é sábado, o blogue e nós voltamos amanhã. Haverá luar? sexta-feira, 11 de maio de 2007
Mais a mal do que a bem, o Carmona vai-se. Por fim. Como vem o fim de semana, por fim. Haja flores e pardais a cantar.


E viva o fim de semana, com o ponto da situação. Se for.
Assim:quinta-feira, 10 de maio de 2007
This blog is open to invited readers only.
A said...
Dá vontade de rir dá sim senhor... muita vontade de rir... principalmente qdo se caluniam pessoas.Se fácil é inventar pseudónimos falsos, mais fácil ainda é fazer um Blog onde se convidam alguns poucos e se dá a ler toda a verdade dos factos.Foi o que eu fiz. Boa tarde.
12:14
PintoRibeiro said...
Gosto. Em especial quando pelos vistos alguem faz de pombo correio ou enfiou a carapuça. Mais quando tem um blogue que só é acessível a alguns. Aqui todos assinam com nome próprio, excepto o Morpheus. E não mandamos recados. Postamos. Abertos. Calúnia? A quem? Quem calunia quem com blogues de acesso reservado? Processem-me, processem-nos. Em Tribunal se verá quem prova o quê e com quê. Quem calunia quem. Eu não calunio. Afirmo. E repito. Em blogues é fácil. Vamos em frente? Por mim, à vontade. O resto fala por si. Até o teu blogue "reservado". Tenho surpresas já agora. A começar no assédio não autorizado por mim ( e está gravado ) à minha filha. Contactos que proibi. Até aqui na blogosfera. Pedofilia à Maio de 68 por quem escreveu na net que para ele vale tudo e não tem princípios nem valores? Se calhar. Papéis. Hajam papéis. Mails, sms e discos rígidos atestados e filtrados por quem de direito. O resto, sim, é difamação. Por mim, vocês falam por vocês e não precisam sequer que publique tudo o que tenho. Até documentos médicos que provam as adicções. Força. Nervosos...
quarta-feira, 9 de maio de 2007
Elogio da hesychìa.
Dizia António o Grande, anacoreta místico, que os Demónios não são corpos visíveis. O corpo deles somos nós quando aceitamos os seus pensamentos tenebrosos. A exigência de Purificação é uma exigência de Deus e Deus exige a Purificação. Martyrion. Face à ameaça do Mal devemos mostrar a avidez de uma ameaça ainda mais violenta. Abram-se então as cavernas e catacumbas mais profundas e solte-se o Fogo em toda a sua terrível violência. ( E, a propósito de violência, os critérios da indignação. Em França é a esquerda que nas ruas recusa o voto popular. Delinquentes à solta no exercício "cívico" da Democracia. Na Alemanha, rusgas por suspeitas de organização de actividades criminosas a grupos e apartamentos da extrema-esquerda. Mas por cá, o "herói" que preocupa o Jerónimo e a canalhada do Bloco é o Mário Machado. Lapidar, lapidar. Indo ao encontro do que afirmo, Helena Matos, hoje escreve: a auto-indulgência da esquerda em relação àqueles que toma como seus é perversa. O criminoso na Direita é activista na esquerda. As ruas de Paris que o digam. Postes, hoje, por aí abaixo, como de costume ).Da fraude artística do artista circular. Abram-se os livros e fale-se aos peixes se necessário for. Adicções e outros vícios.

Que o não é nos intervalos em que por milagre cibernauta faz de artista enquanto vende fotocópias, fala do que não sabe, tem postura rasca, sabe a farsa e tem o onanismo como desporto dilecto. A arte, senhores, a arte. Entre o bluff e o ridículo, males de terceira idade onde só a imbecilidade medíocre não justifica o canalha cobarde. Pelo meio tem tom de chulo com histórias de desaparecimentos informáticos em empresas pelo meio. Estórias de uma cabra. A filharada tem registo criminal. E é perigosa, pois, mas de esquerda, a cabralhada. Já lá diz o PGR e o Sarko: escumalha. Nem com ganzas. Percebe-se que não goste da pena de morte. Já o tinham capado mesmo sabendo que é um crápula sem tomates.terça-feira, 8 de maio de 2007
Nos últimos tempos têm jornais como o Público ou o gratuito Destak, conhecidos pela sua simpatia com israel e os usa publicado artigos que a não serem ignorantes pretendem denegrir a imagem do Irão e do Islão insistindo em associar a Mulher à burka. Para quem não sabe a burka era usada no Afeganistão dos talibãs, os quais conquistaram o poder com a ajuda dos seus amigos da CIA. A burka como a repressão dos Direitos Islâmicos da Mulher é usual em países aliados dos americanos e de raíz sunita, sendo estranha ao xiismo. Terão no Irão acontecido excessos. É normal atendendo às tradições culturais e sociais. Mas o que devia preocupar os nossos jornalistas é o papel atribuído à Mulher nos países islâmicos por quem nutrem simpatia. Pior ainda não os vejo preocupados com o vestuário de raíz religiosa utilizado em israel ou com a imposição da interdição do simples Véu Islâmico pelos sectores mais conservadores e anti-democráticos da Turquia ou com as Leis Francesas. Para além do fundamento religioso que fica ao critério de cada Mulher deverá respeitar-se a decisão de cada uma na Europa poder usar ou não usar o Véu Islâmico. Houvesse tanto cuidado na agressão a que somos todos sujeitos no Ocidente pela indumentária usada no dia a dia por tanta mulher, a qual não abona em favor da Mulher reduzindo-a a mero objecto sexual de consumo. É engraçado que aqueles que tanto insistem em criticar o Islão pouco tenham divulgado na imprensa os estudos científicos que referem, por exemplo, ser a separação de sexos nas escolas um factor positivo de desenvolvimento em especial para as raparigas, normalmente com mais capacidades de aprendizagem que os rapazes. Como curiosidade deixo este link, o qual vale a pena ser lido.segunda-feira, 7 de maio de 2007
Na ausência dos habituais colegas de serviço, um interlúdio.

domingo, 6 de maio de 2007
Nunca sirvas quem serviu, já lá diz o ditado

De Referência o Provedor do Jornal Público. Hoje a propósito deste blogue.
sábado, 5 de maio de 2007
Sinal dos tempos, os vermes, ainda, outra vez,
( pegando na deixa do Bernardo ), e a Ciência que via genética descobriu forma de lhes prolongar a vida. Enfrascado na minha semana em toneladas de informação pouca paciência me resta para aqui alinhavar umas linhas, mas fica o desejo de bom fim de semana. Se for. Crescente, o registo das minhas perplexidades. Não cultural, como EPC escreve por aí num registo trágico-cómico, que essa da kultura, já o disse, repetindo o outro, só me faz lembrar do sacar da pistola perante tanto kitsch medíocre e outras " disneylândias". Para mim, Goering, esse último renascentista, como lapidar li algures e tanto basta. Ou quase. E, sabendo-se que morreu o sapiens, o ludens e sobra o rapiens, homenagear quem o respirou a tempo, este mundo espectral da Idade da Solidão. Pois, o Unabomber, Theodore Kaczynski. Sejam felizes e matem alguêm se puderem. A banda sonora está aqui. Beijos e abraços.sexta-feira, 4 de maio de 2007
Eleição Presidencial Francesa este fim de semana.
Importantes e muito decisivas para o futuro da Europa, a França escolhe no próximo domingo entre dois candidatos que embora não pareçam são muito semelhantes. Não se coloca a questão de serem esquerda ou Direita. De Direita nenhum o é e ambos com diferenças ligeiras representam esse Centro que invadiu as Democracias na Europa. Mesmo assim sabendo que um dos candidatos aprecia José Sócrates, defende o liberarismo económico, é pró-americano, anti-islâmico e judeu, eu penso que o mal menor será eleger esta Senhora.
quinta-feira, 3 de maio de 2007
Eu bem que gostava mas não há remédio e fico sempre a dizer não!
quarta-feira, 2 de maio de 2007
" Não há machado que corte a raiz do pensamento ".

terça-feira, 1 de maio de 2007
Saiem dos buracos, ao amanhecer. Os vermes. Retocado, continuação do postado ontem.


O horror, a que nem a água que cobre estes dias de Verão e se instala entre palavras consegue pôr fim. Breve engano, a chuva como o resto e a gangrena bem funda, lá, na interminável agonia do corpo. Nada trazemos e tudo perdemos. Marcada a fogo, a carne. Em sangue. Esquecido de todos, de tudo, esquecido por todos, assim me quero. O horror, portanto. Assim, sem saber bem porque. Se calhar por andar a ouvir de novo os Doors em The End, que, ( pronto, lá ficam a saber mais qualquer coisa de mim, com Heroes, Like a Hurricane, Bodies e Street Hassle ), são as canções da minha vida. Se calhar é entrar no mail e perceber o asco que nutro, visceral, contra 99% de quem aqui anda mais ou menos camuflado. E saber que mesmo e apesar da diversa justificação e explicação clínica, das patologias localizáveis, chego sempre ao cerne da questão: o transtorno psicótico, a anomalia comportamental, o pensamento perturbado de tantos. Causas? O contexto e o discurso culturais vigentes, os quais são disfuncionais, como disfuncionais são eles. Esses. Importante é o resto. O post, este, é uma nota de passagem. Porque ontem foi o Dia do Trabalhador, o qual, como todos os dias comemorativos, devia ser todos os dias. A reter, saber se o Carmona e o Mendes se entendem a propósito de dignidade. A França. A Turquia, onde o lenço islâmico representa a vitória da corrente europeísta turca contra o nacionalismo intolerante do secularismo, o mesmo que anima o espírito de um exército sedento de privilégios e poder. Que o digam os curdos, por exemplo. Ou o Iraque de todo o sofrimento. Como o trabalho precário ou a imigração, a nova escravatura do Capital como ouvi e bem. Por exemplo. Se conseguirem, sejam felizes. segunda-feira, 30 de abril de 2007
Sem preconceitos, porque sou de Direita, Leo Strauss.
É urgente insistir na crítica do relativismo moral e cultural insistindo na defesa da importância do papel das Religiões na organização das sociedades. Sem medo. Contra tudo e todos, se necessário for.domingo, 29 de abril de 2007
Do jornalismo de referência:
sábado, 28 de abril de 2007
O Teatro Rivoli, outra vez e felizmente.
Passada a ocupação ilegal do espaço do Rivoli para contestar uma medida, certa ou errada de Rui Rio, os ocupantes foram surpreendidos por o Ministério Público ir naturalmente avançar com procedimentos criminais contra os envolvidos naquela acção ilegal. Ao que parece tal decisão correcta surpreendeu muito boa gente que continua a confundir a legalidade com o seu estatuto de esquerda. No Rivoli "não houve prática criminosa" porque não estavam envolvidos certamente elementos skins ou militantes de extrema-direita. Ouvi barbaridades a justificar o acto como intervenção teatral e manifestação artística como o disse o Director do teatro Plástico Francisco Alves, dizendo que como tal pensava ter a qeixa sido arquivada. A arruaça é já uma forma de "arte"? E a falta de vergonha na cara? Já chega de a Arte ser justificação para tudo e por uma vez actue-se exemplarmente. As tretas da esquerda cansam e são hipócritas. Como as que se levantaram por a Polícia no dia 25 de Abril ter intervido numa manifestação não autorizada e ilegal, de arruaceiros criminosos armados de bastões, molotoves e pedras apenas porque eram de esquerda. Como hoje irão provavelmente a Sta Comba Dão, onde eu não vou, tentar limitar o direito de expressão e de opinião. Não sei se a Democracia está "claustrofóbica" como disse o deputado do PSD mas há algo que não funciona realmente bem neste País.sexta-feira, 27 de abril de 2007
Não será mero acaso, mas por isto ou por aquilo, vozes atentas começam a afinar em coro.
As armas e a violência, sim. Mas também tudo o que se esconde nestes comportamentos que mais do que perversos são psicóticos. Os pais da net preocupam-se. Fala-se em implodir, controlar, reconstruir este labirinto de freaks. A esquizofrenia acampou neste planeta virtual. Os blogues no centro das atenções. O pretexto para o alerta, mais do que o debate, é uma reflexão sobre a névoa que se abateu com matriz criminosa na virtualidade. Pacheco Pereira, ( vítima de ataques informáticos que por cá também conhecemos bem ), Prado Coelho, Daniel Oliveira, ( que defende o direito a só publicar quem e o que quer ), Nuno Rogeiro ou o tão "odiado" César das Neves, a propósito de questões tão longe e tão perto mas onde acaba sempre por aparecer o fantasma deste mundo de labirintos paranóicos. A pulsão libertadora da destruição. De tudo, no limite de si próprios, entre a encenação e a vitimização, a frustração. "Um enredo com seitas, cultos e bandos apocalípticos, esotéricos e ou niilistas". Sic, Nuno Rogeiro. Ou tão sómente os rostos do Mal. Ou da imbecilidade pura. Só assim se explica um milhão de visitas a um site onde, 24 horas por dia, apenas se vê um queijo a amadurecer. Os que "acusaram" o ataque do PGR à blogosfera, a tal "escumalha", Pinto Monteiro, esquecem que o PGR sabe do que fala, insuspeito como velho blogguer de " A Grande Loja do Queijo Liminiano". O mundo está perigoso, escreve e bem NR, que remata: "se não sabemos para onde vamos, chegaremos provavelmente, ao sítio errado". Por mim já chegamos. Esta coisa, a blogo, também. É tempo de pensar realmente o que vamos fazer ou deixar fazer com isto. O PR tem o post em baixo. quinta-feira, 26 de abril de 2007
Ousar kombater, ousar resistir!
Dias brancos escritos a sangue onde só a dor e o sofrimento dão sentido ao cansaço. Consumimo-nos no jogo tormentoso das horas sem Vozes na Noite, na carne em abandono, miserável. Entre a monotomia e a mediocridade, assim nos sabemos. O amor é um assassínio e a mulher o pecado do homem, já o escreveu para lá da metáfora Otto Weininger. Sobra o traço. E a palavra. E nacos de silêncio onde respiramos a tristeza triste de um país não memos triste. E vil, escreveu o Poeta que o amou. Bafiento como bafienta, com sabor a brigada do reumático, foi a evocação ontem do cravo e desta democracia claustrofóbica como, num momento de rigor lúcido, o disse Paulo Rangel. A realidade opaca que vivemos justifica em pleno um discurso que, por uma vez, irritou, felizmente. Ao lado de tudo, quando esse tudo vai do controle da informação ao controle das polícias e tribunais passando pela total ausência de escrúpulos e carácter de quem governa alheio a qualquer tipo de sensibilidade social, Cavaco, o Presidente, cada vez mais o bibelot do regime, de uma irrelevância política absoluta. Como sempre aqui o dissemos, também. Dias brancos em tempo de trevas.Impotentes, castrados e outros anormais na blogosfera.
Post em tom de fado bandido tocado ao piano por Despina.
Cosi fan tutte, o Mozart por entre cenários de kitsch obsceno. Um rapaz circular da arte e coisa e tal com fixações anais, para se esconder nas suas metáforas cobardes não publicou o meu comentário no seu blogue. Terá os seus direitos e opções, como nós aqui, que não o publicamos e onde está proibido de entrar ou de se aproximar sequer dos PR's como lhe escreveu a Sónia em carta registada e recepcionada por ele em 25 de Outubro de 2006 depois de já lho ter dito telefónicamente do Gabinete do Ministério Público. A democracia são também critérios de cobardia. Por isso aqui fica a resposta inspirada em Mozart e não no Marco Paulo de taras e manias como lá escrevi mesmo sabendo que ele é mais um caso para Lacan, que quem não leu dificilmente entenderá este post. quarta-feira, 25 de abril de 2007
Um post aproveitando o feriado em que se assinala o golpe militar de 25 de Abril de 1974.

terça-feira, 24 de abril de 2007
Un bel dì, vedremo,
( Puccini ), ou o trágico equívoco em que assentamos a nossa confusão entre o real e a fantasia. O amor, sim, mas também o papel estrutural da violência na sociedade capitalista avançada. No limite a farsa, a mentira ou tão sómente o equívoco das solidões que somos, rituais de frustações e marginalidade psíquica embrulhados em cultura pop. O desvio, a perversão lacaniana. Cibernáutica tão ou mais esquizofrénica do que nós. Ainda a Ética, do suícidio ao homicídio. Ou evocação de Handel Fane, ( Hitchcook, lembram-se? ).domingo, 22 de abril de 2007
Valha-nos a Arte, portanto,
( Two young artists at work in Isfahan Bazaar, Iran. )Cho Seung-Hui.

( Ainda os postes debaixo. O Senhor Agualusa escreve sobre o que aconteceria num hipotético cenário de expulsão de angolanos, com a devida retaliação da ditadura de Luanda. Está errado, prezado Senhor. Isso aconteceu em 1975. Expulsos, espoliados, foram os portugueses. Escrevo isto com a independência que me dá este blogue, não sendo eu de Direita mas apenas nacionalista. E, por isso, Solidário com os meus Camaradas nacionais-bolcheviques russos que enfrentam, esquecidos por todos, a tirania da Rússia de Putin. Mas hoje é domingo e de realce só as eleições francesas onde uma mulher bonita disputa a vitória presidencial a um judeu húngaro. Ao que parece porque surpresas só no fim ).
Sinónimo de pluralismo, debate e um bom gosto exemplar, este blogue, a merecer uma visita e uma leitura não menos atenta, atendendo até à forma como responde, num post excelente, ao Suck.
sábado, 21 de abril de 2007
Lapidar disse-o Paulo Portas:

"Não confundam comportamentos delinquentes com diferença de opinião manifestada de acordo com a liberdade de expressão".
Por mim, recusando diktates de esquerda, não abdico do meu Direito, certo ou errado, de pensar e de dizer que enquanto cidadão português não quero estrangeiros no meu país ou de que não gosto de pretos, brasileiros ou chineses. Eu como qualquer um tem o direito de, sem atentar contra a integridade física de terceiros, ser xenófobo, racista, o que quiserem. A Democracia é também isso. Queiram, ou não. Mas todos sabemos que a esquerda o não quer ou aceita. Ver o post debaixo. Pensar correcta ou incorrectamente não faz de mim ou de ninguém um criminoso. O resto é pura demagogia. E enquanto fazem de Mário Machado um "mártir" de que ninguém precisa, sempre se não vai falando da UnI, do Vara, Pina de Moura e os negócios da Prisa & etc. Pois. Bom sábado.
Comentário exemplar deixado por alguem de esquerda neste blogue.Exemplar.
atum disse...
AHAHAH OS FACHOS DE HOJE ADORAVAM VESTIR AQUELAS FATIOTAS DE MENINOS QUE IAM A MISSA E ERAM ENRABADOS PELO PADRE LOCAL COM O CONSENTIMENTO DO PANELEIRO MOR, NOJEIRA SALAZAR..COMPREENDO AS VOSSAS SAUDADES DO PASSADO AHAHAHAH. ERA BOM LEVAR NO CÚ DO E MAMAR NO CARALHO DO PRIOR NÃO ERA FACHOS DE MERDA? AO MENOS ERA ABENÇOADO AHHAHAHAHA!!! ERA A BEM DA NAÇÃO AHAHAHA!!!!!!
quinta-feira, 19 de abril de 2007
Sexta feira e 20 de Abril! Bom fim de semana. Há dias diferentes.


O espectáculo encenado, ontem, em torno da detenção de presumíveis militantes de extrema-direita, em data cirúrgica, a revestir contornos óbvios de perseguição política, arrisca-se a fazer de Mário Machado o mártir e líder incontestada dessa Direita. Parabéns aos "democratas" pelo frete feito ao novo prisioneiro político da democracia portuguesa.
Trapalhadas sem fim. Continuação do post debaixo.
Cavaco Silva ficou célebre pelo seu caricato "Deixem-nos trabalhar." Talvez por isso ou por ter sido sempre o candidato de José Sócrates tenha deixado passar a Lei do Aborto e esteja agora tão silencioso perante as trapalhadas do primeiro-ministro que só convence quem não quer ver que toda esta situação já teria levado à demissão de Santana Lopes.quarta-feira, 18 de abril de 2007
Danos Colaterais.

Li hoje que o carácter é um conceito. Eu não concordo como não concordo com os princípios transmitidos pela campanha do Governo "Novas Oportunidades" e que se calhar foi lançada por Socrates ter uma opinião estranha Deve no entanto ir-se acompanhando com muita atenção outros factos e nomes que terminam sempre à volta do mesmo. Os negócios da Conegil, a HLC, o Professor António Morais, aqui, ali, em todo o lado, os contratos com o Governo Guterres, as falências repentinas com o fim do mesmo, as licenças para aterros, o sempre presente Armando Vara. Amanhã continuarei a desenvolver este lado desta história que não parece ter fim.
A participação cívica passa também pela DESOBEDIÊNCIA CIVIL! Aplauso para isto:
terça-feira, 17 de abril de 2007
Com 300, o filme, até Althusser passa a fazer sentido.
Precisamente. O filósofo marxista. Do filme li tudo: queer, homofóbico, coisa entre a bd e o videojogo. Vasco Câmara, bem, escreveu:" Feio, plastificado. Como aventura é nulo. Ausência de corpos apesar de estarem todos à mostra ". Ao certo, entre a verdade Histórica e o trabalho de Frank Miller / Zack Snyder, vai um fosso de mentiras. Simplistas, absurdas. A imbecilidade e o delírio em roupagem pop.


















