domingo, 30 de setembro de 2007

ron paul: revolucionário na corrida à presidência dos eua


Se este postal vos parece quase encomendado pela equipa do Suck, desenganem-se, como é prática comum da minha parte de levar a metapolítica ao extremo procurando políticos e ideais diferentes e quase desconhecidos do grande público, achei que seria interessante divulgar aqui neste espaço a candidatura do Ron Paul.
Se calhar exagerei um pouco, como nos EUA existem apenas dois partidos, Democratas e Republicanos, existem alas da Direita e Esquerda em cada um dos partidos, o que é normal uma vez que num país com mais de 295 milhões de pessoas e com apenas dois partidos com assento parlamentar todas as vertentes (da extrema-esquerda à extrema-direita) ocupam secções dos dois partidos, Ron Paul parece ocupar o espaço mais à Esquerda dentro do conservador e direitista partido Republicano (é assim como que o Gregor Strasser do “Hitler” George W. Bush, ou o Rolão Preto em contraste com o Salazar… um revolucionário abafado num partido reaccionário).
Em verdade vos digo: o homem tem conseguido reunir à sua volta uma espécie mui distinta de apoiantes, dos nacionalistas aos anarquistas, passando pelos ecologistas e até alguns comunistas e muitos pacifistas. Tenho acompanhado ao longe a sua candidatura uma vez que um amigo meu, Paul Topete – vocalista dos Poker Face, é um dos delegados da sua campanha. Também recebi os dois exemplares duma revista que surgiu agora, praticamente só para apoiar a sua campanha, a Republic Magazine, com o subtítulo de “a revista do patriota moderno”.
Exige a retirada dos EUA do Médio Oriente, manifesta dúvidas acerca do 11 de Setembro, já foi devidamente acusado de anti-semita, o que fica sempre bem em qualquer revolucionário americano, considerando o lobby sionista existente naquele país. Conheçam-no, uma vez que a imprensa certamente não vos dará a conhecer esta opção revolucionária para a Casa Branca.
Postal do Pinto Ribeiro aqui em baixo.

A vitória de Meneses e a agonia desta República.

Os mais distraídos fazem de conta. Na eleição no PSD, agora, como, ontem, para a autarquia de Lisboa. Divórcio, sim. Entre o País real e o País, este regime e este Poder que nos tutelam, asfixiam e que só existe na cabeça de alguns. Eu sei que é preciso fazer de conta que se não percebe para tudo continuar na mesma. Até à implosão final. A "ideia" de País que nos é transmitida só existe mesmo nas páginas dos jornais de referência, nos colunistas e comentadores credenciados, nas pseudo élites que vieram à tona com a ranchada militar do 25 de Abril. Só existe nos sectores conhecidos e irrelevantes, sem qualquer expressão real, de facto, que se passeiam por São Bento, nos funcionários dos Partidos, dos avençados do Grande Capital sem rosto, público e privado, que administram e gerem em nome do Povo e nunca para e com o Povo. O País real não é o do Jornal Público, dos nichos bloquistas, da pressão gay, do polvo maçónico, do pretenciosismo de Pacheco Pereira, das capelinhas de intelectuais e artistas de merda. Entre tantos outros. Mesmo se quem pensa fora desta matriz é populista, ora bem. É-me indiferente o futuro do PSD ou o de Meneses. Mas sei que a vitória dele significou, em poucos meses, a segunda derrota do Regime. Felizmente. Mesmo e quando, ou precisamente, provocou tanta urticária em certos sectores e torna previsível a derrocada desta República e da partidocracia em que vivemos. O resto, da semana, é a gravidade, ainda outra depois da Independente, do comportamento do engenheiro a propósito de Souto Moura, ( ontem no Sol ). Essa é a República em que vivemos. Assustadora, até pela falta de consequências que promove. Ou a imbecilidade folclórica da nossa dita extrema direita. Vandalizar cemitérios judeus é criminalidade pura. Caso de polícia. Mais ridículo só Pinto Coelho a falar de Mário Machado, personagem sensível, culta e pura, ( sic ), ou o passeio de ontem em Viana de Castelo. O inimigo, aqui, é o sionismo. Não os judeus, em abstracto. Mesmo quando eu sei que ao defender a destruição da Entidade Sionista sou racista, claro. Ou fomento a dita discriminação racional. Mas não o é o racismo propagandeado pela sionista Mucznick nos tempo de antena televisivos ou nas suas crónicas na imprensa. Como o sou, racista e xenófobo, ao combater a actual política de imigração. Por essas e por outras vâo-se impondo as vitórias dos meneses. Ainda bem.

sábado, 29 de setembro de 2007

que venham muitos mais


Hoje é dia de festa, cantam as nossas almas...

Bom fim de semana. ( Porque hoje é hoje um abraço especial ao PR, carai! ).

" O selvagem que gosta de si próprio, da mulher e do filho, contribui para o bem da tribo e de si próprio. Para o seu próprio bem. É mais genuíno do que esse fantasma culto, o cidadão do mundo que consumido pelo amor dos seus semelhantes ama uma quimera. O coração exaurido do cosmopolita supérfluo não serve de lar a ninguem. Vejam bem! A luz da pretensa cultura está a devorar tudo à sua volta como um cancro! " ( Herder ).
Atenção ao post debaixo.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

O estado da Educação.

Basta!

Ao contrário provavelmente da maioria dos pais e encarregados de educação portugueses ainda não me demiti, distraí, alienei responsabilidades e não tenciono abdicar das mesmas, dos meus deveres e dos meus direitos. Provavelmente, por também ser dos poucos a sentir a crise, não recebo qualquer subsidio do governo deste País, incluindo o abono de família, e, como tal, só ontem comprei e consultei detalhadamente o Livro de Português a ser utilizado, repito: a PORTUGUÊS, pela minha filha, 6º. ano. Sei, pelo que ouço, pretender o Senhor Ministro da Administração Interna, com o restante governo, presumo, educar as mentalidades das nossas crianças, ( sic). Eu recuso-lhe essa pretensão. Mesmo porque nada me diz ter o referido Senhor qualquer mérito especial, ético, moral ou intelectual, para assumir um papel que me compete a mim e à Família. Mas sei que a máquina funciona e está lá. Teimosamente resisto. Não aceito. Teimosamente, mesmo sabendo o que tal implica num País de medo, silêncios e omissões, dizer NÃO e recusar, combatendo, o pensamento politicamente correcto. E exigir uma Escola que ensine, o que se não verifica, deixando a EDUCAÇÃO para os Pais. Aliás, só assim se entendem as programadas alterações ao programa disciplinar, persistentemente insistindo em enfiar a " Educação Sexual " com nota de avaliação, já no sexto ano, onde se dá destaque à tolerância e diversidade sexual, bem como à contracepção sem referir, naturalmente, uma Educação Sexual assente nos princípios da Abstinência e da Castidade. À Escola não cabe " educar ". Muito menos partindo o normativo de quem só nos pode merecer dúvidas e reticências.
Para já, o registo que me leva hoje a postar e, no seguimento, ir activar junto de todas as entidades o pedido para que seja retirado o referido livro de PORTUGUÊS atribuído à minha filha, bem como ao reembolso do valor que paguei. De língua, da Língua e dos seus autores, PORTUGUESES, pouco ou nada está presente. Um ou outro nome habitual e suficientemente suspeito, como Letria. Estrangeiros, muitos. Como os assuntos que nada têm a ver com Língua Portuguesa. Editora, Plátano, " Português em linha ". O que temos?
Referências a datas especiais. Ao acaso. O dia dos namorados, o carnaval, santos populares: nunca, em parte nenhuma, por acaso, o DIA DE PORTUGAL! O Natal que não a Páscoa. Será uma questão de consumo?
Biografias, diários, personagens históricas. Muitas, portuguesas, rareiam. Não faltam os nomes maiores de um certo pensamento cultural, assente na pretensa arte degenerada, Picasso e Charlot que, sendo questionáveis enquanto artistas, mais o serão enquanto Homens. Com a língua portuguesa, não vejo nada a propósito.
Por fim, abreviando, páginas e páginas com Anne Frank, onde são mais do que visíveis os erros pedagógicos e a escandolosa manipulação ideológica. Se querem falar de crimes e bombas é curioso o esquecimento cirúrgico de Dresden, Hiroshima, a referência ao Goulag soviético ou ao Cambodja de Pol Pot. Normal num Governo que vai receber Mugabe e apadrinha Angola, inadmissivel em quem, como eu, pretende educar a filha com outros preceitos e referências. Em especial quando o livreco informa que a Alemanha nazi invadiu a Holanda em 1946, página 85. Lapidar.
Mais haverá a apontar. Os pés de página com referências a pedir ao professor para estabelecer ligação de músicas aos telemóveis dos alunos. Por exemplo. Penso que basta o apontado. Sabemos, todos, como vai a Educação em Portugal. Mesmo os aparentemente distraídos. Este livro prova-o à saciedade e é um insulto a qualquer encarregado de educação mais responsável.
Vou, como afirmei, actuar legalmente em tudo o que me for possível para denunciar e alterar esta situação concreta. Conto com o apoio e solidariedade de todos. A luta, esta luta é a de todos os que recusam a morte anunciada da nossa Educação e do nosso País.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

olá olá

Sou novo cá na casa, postal de apresentação está em baixo.

chegou a sinistra revolucionária

Este primeiro postal é mais para marcar o ponto, uma vez que ainda estou a estudar e a tentar decorar as regras aqui do blogue colectivo. É com prazer que junto a minha caneta (neste caso, teclado) aos da Sónia, Bernardo e Pinto Ribeiro. A ver se realçamos a vertente revolucionária (um gajo de Esquerda a escrever num blogue de Direita...) e deixamos ligeiramente de parte os prefixos anteriores. Esclareça-se já que sou mais para o anarquista e rebelde, gosto do Chávez, do Dr. Ernesto Guevara, da República Islâmica do Irão, da Irmandade Muçulmana, do Oskar Lafontaine, dos comunistas russos modernos (piores que o PNR tuga), da Junta Militar de Myanmar (os inimigos é que lhe chamam Birmânia) e do Aquilino Ribeiro (a faceta "fascista" dele, que ao que parece muita direita também prefere ignorar e se concentra apenas na fase juvenil e imatura da Carbonária), prefiro os Strasser ao Hitler, enfim... Bernardo e Sónia atirem a matar agora que nos próximos postais eu prometo que me porto bem e em acordo com as regras da casa. Vivam os revolucionários (sejam de Direita ou de Esquerda, o que importa é não serem de direita ou de esquerda).

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Assustador.

Leiam este e este.
Poste do PR em baixo.
( Eu não me pronuncio nem entro em campanhas justicialistas mais ou menos populistas. Mas sei quando algo fede. E muita coisa fede neste País. Cada vez mais ).

E, apesar de tudo, de todos, resistir. Talvez não acreditem

mas também tenho dias em que acordo quase quase sem vontade. A fumar, beber café, a ouvir coisas como Spoon ou The Shins, a lembrar R. M. Rilke: " com as lembranças acordamos agora / e fixamos o olhar no que já é passado ". O elogio da memória, enquanto espaço de Resistência, e pouco mais resta. No País, a tentar esquecer a crescente e apagada vil tristeza. O farsante do Madaíl como as aventuras mal explicadas da U. Independente: o Sócrates, a PJ, a Procuradora, o Vara, o Rui Verde, o Arouca e o Morais mais as escutas prontamente eliminadas. Alguem se lembra da Casa Pia? E do quase esquecimento mediático dos McCaan? A explicar, talvez, a ofensiva Democrática na Justiça, agora com a Base de Dados de ADN e o Sistema Integrado de Segurança Interna. Andam todos distraídos, eu sei. Coisas. Mais atentos, os que na Birmânia saiem à rua. Mesmo ficando isso lá longe e a solidariedade ser sempre relativa, claro. O inimigo não é a China, claro, é o Islão, pois. Lapidar. Como o Dalai Lama incomoda Sócrates mas não a Merkel. Assim como assim preparem as passadeiras para o Mugabe e o Eduardo dos Santos. Se tiverem tempo, rezem com os monges e lembrem-se da Aung San Suu Kyi. Bom dia, Kamaradas. Leiam este, conciso, e parece que vem aí gente nova. Imperdível mesmo, esta.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

1 Ano.

SUCK
&

( Um beijo à ex-coloboradora Lilis).

domingo, 23 de setembro de 2007

A semana. Contributos para uma tragicidade hilariante.

" Com o novo CPPenal, na pequena criminalidade não há problema ".
Cândida Almeida, Directora do DCIAP.


( A propósito de diferenças e desigualdades sociais, pobreza e força da classe média ),
" Portugal é um país maravilhoso onde as pessoas passam a vida a queixar-se ".
Inês Pedrosa, escritora.

Pois. Ingratas, as pessoas que não têm as visões destas élites. Conheci-a faz muitas décadas. Não aprecio a pessoa. Ou a intelectual empenhada, pois. Mas percebo. O desencanto que nos soterra face a estes iluminados que chegaram aonde chegaram sem nunca terem chegado a lado nenhum. Amanhã faz anos este blogue, e para quem não saiba e perceba a piada, tudo começou com os London SS. E nem de propósito, tenham paciência e leiam por favor a caixa de comentários. Pescadinhas de rabo na boca.

sábado, 22 de setembro de 2007

Ensinou-o a História.


Em Barcelona, nas barricadas, 1937. Onde os comunistas massacraram o levantamento anarco/libertário nacionalista. O primeiro inimigo da Revolução, ontem como hoje, é a reacção conservadora das classes burguesas, essa burguesia com os genes da degenerescência marxista e aliada objectiva do grande Capital cosmopolita e internacional. Essa que é incapaz de pensar a Nação e a Pátria como Povo, como Trabalho. Já o dizia também Mussolini. Bom fim de semana.

( Leiam este excelente post. A primeira imagem tirada daqui ).

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

A galeria do Suck: SOREL.

Poste do PR em baixo.
Bom fim de semana.

quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Actualizações, que o tempo é pouco.




1. O País, parece, defende e bem a penalização para quem maltrata os animais. Concordo. Mas este é o mesmo País que ( com a restante modernidade europeia ) queria um dia contra a pena de morte mas legalizou e incentiva o Aborto. Valha-nos a Polónia, por uma vez. Aliás, ainda ontem, " jovens líderes europeus ", ( quem são? ), reunidos com o Ministro Santos Silva que aproveitou para reafirmar o seu apoio à diversidade sexual, assim como quem não quer a coisa lá disseram que campanhas que promovam a abstinência e a castidade, não. Ora pois, naturalmente.




2. Não menos curioso é ver a Justiça dar uma perna e um braço ao Sistema e insistir em fazer de Mário Machado o mártir político da extrema-direita. O Mário agradece, certamente, assim como o dito, o Sistema, mas não convence a maioria da Direita. Especialmente, sejamos claros, se em causa estão acusações de tráfico de droga, ( que essa do racismo não cola ), tudo se resume a motivos de pura criminalidade. Mais estranho quando deparamos com Pacheco Pereira a defender o Camarada Mário. ( Leiam mais, aqui e aqui). Em que ficamos? Malhas confusas e obscuras da nossa Democracia, pois.




3. Um escritor regicida e medíocre, mais um génio nesta terra de letrinhas, o Aquilino no Panteão. Será pelos antecedentes maçónicos? O fulano hoje acabava numa cela ao lado do Mário. Assim, até o esquizofrénico do Pessoa fica em lista de espera. Percebe-se, naturalmente.




4. Com o Médio-Oriente a arder e todos distraídos, pois, o Radtzinger não teve, e bem, tempo para a Rice. Alguem claro. A guerra anda perto. A guerra que o terrorista Bush, mal, diz que eu e quem aqui anda no blogue, apoiou no Iraque e no Afeganistão. Eu e o coitado do Povo Portugues. Devo andar noutro planeta. Ao certo o judeu Sarko deu o tiro de partida e a entidade sionista tem subido a parada. O costume. Assim como assim, já escrevia a judia Ruth Fischer, líder do KPD, Partido Comunista Alemão: " Quem luta contra o Capital judaico é já um combatente de classe. Abatam os capitalistas judeus, enforquem-nos nos candeeiros, esmaguem-nos! ". Não vou tão longe, que sou anti-sionista e não anti-semita. Mas, de racismo e assimilações ando farto. Leiam, sobre a genese da criação de Israel, estudem os acordos e negócios no holocausto, entre quem morria e vivia, feitos, por exemplo, entre o judeu Kastner e o SS Eichmann. Na génese de Israel está o racismo. Leiam Jabotinsky e a sua defesa da raça no sentido biológico do termo. Aliás, como Martin Buber a defender a pureza do sangue judaico. Dúvidas? Consultem a insuspeita Hannah Arendt a propósito das leis da nacionalidade israelita e a comparação que ela, judia, faz com a legislação racial nazi de 1935. Pois é...hoje acordei nacional-bolchevique, pronto.
( O tal de Iscolari levou 4 jogos. Não se podia aproveitar e mandar já para casa esse brasileiro que ofendeu o bom nome de Portugal? ).

terça-feira, 18 de setembro de 2007

Ao contrário do que afirmam alguns nacionalistas identitários que por aí andam

convertidos ao sionismo numa perspectiva futurista, um judeu é um judeu e um judeu, nunca assimilável. Tragam-nos o Bush!!! Este quer fazer guerra ao...IRÃO!!! Lolololol...ou será de chorar? Comemorações no debaixo. ( Valha-nos que na Grécia os nacionalistas de Direita do Alarme entraram no Parlamento e ainda sabem que o inimigo é mesmo o Sionismo ).

Porque reviver é sonhar, momentos de ternura: nem fascismo nem social-fascismo, OLÉ!

E vão 37 anos. A Revolução é amanhã, olaré.

domingo, 16 de setembro de 2007

GABBA, GABBA HEY!, pois, porque vem aí outra. Semana.

E lembrei-me dos Ramones e de "everything is in the pawn shop", ( Chinese Rock ), os Ramones a melhor banda do mundo como os Beatles foram a pior, ( ou os Pink Floyd? ), e assim como assim isto tudo por causa da Zezinha ( Nogueira Pinto ), ainda, que gosta do Salazar de quem eu não gosto mesmo nada, e que pela mão do Zezinho do Bloco chegou à autarquia lisboeta, e a Zezinha não gosta e bem, ( parece ), de chineses e quer que a Câmara do Costa, socialista, invente uma ChinaTown e eu, que sou racista e xenófobo, não percebo tantas marikices e porque não se vai logo ao ponto que é correr com eles, mais os pretos e os brasileiros com o Iscolari à cabeça, e fechar fronteiras e pronto. Estranho País este onde o engenheiro do Aborto aparece em cada canto televisivo a benzer-se e o meu querido Policarpo não quer missas em Latim. Se calhar percebe-se. É cómodo ter um País católico assim. Mais estranho só o frenesim com que se festejam as derrotas humilhantes de uma dita selecção nacional de rugby. E a agitação que vai pela Alemanha onde se sente crescentemente o cansaço perante a ditadura do politicamente correcto imposta pela trela sionista e a ocupação pós guerra americana. A Eva ainda pôde ser despedida por elogiar o III Reich que com isto da Democracia não se brinca mas um Cardeal, o Cardeal Meisner dizer o óbvio ao falar de CULTURA/ARTE DEGENERADA, ( entartete kunst ), bom, é imperdoável. Mesmo sendo óbvia a degenerescência. ( Aqui ). Como óbvio é ser dia de recordar os massacres de Sabra e Chatila onde a barbárie dos judeus comandados por sharon escreveu uma das páginas mais negras do Terror e do Horror do século passado. Mesmo sabendo nós, claro, que os torcionários e os criminosos eram judeus, tadinhos, e as vítimas, palestinianas. A Democracia é fodida. E a vida de um gajo também. Valha-nos a surpresa perplexa de Cavaco com os efeitos da entrada em vigor do novo CPP, mesmo sabendo nós que quem critica é: populista, pois. Boa semana, Kamaradas. Anotem e divulguem, isto.

sexta-feira, 14 de setembro de 2007

Bom fim de semana e RESISTAM se puderem! Dos Valores ou da falta deles, o resto.


O financiamento dos partidos, a federação portuguesa de futebol, os McCann, o Dalai Lama, a abertura do ano lectivo, as prisões no SEF, o circo na fórmula 1, os doentes cancerosos a que os hospitais públicos recusam tratamento e remédios por questões de preço, omissões, silêncios, tristezas várias... antes refugiados, por cá, trazidos pelo Guterres, ao que li, com pensão garantida e 500 euros por mês vai já para 5 anos. Abraços K'mrds. Leiam este.

quinta-feira, 13 de setembro de 2007

UEFA??? HAJA VERGONHA! DESPEÇAM O ISCOLARI!

( O resto nem comento. As "proezas" do brasileiro já me mereceram tempo a mais. Desde os tempos d' OCAVAVO. Mesmo quando um País inteiro se revia nesse fulano. A propósito do Baía ou quando mandou para o caralho, em directo, uma jornalista portuguesa. Aturou-se tudo, pago a peso de ouro, sem resultados, de facto, nenhuns. Até rosto do Banco estatal é. Basta. Ontem foi insultado e enchovalhado Portugal. Mesmo habituados às habilidades do Madaíl não se espere pelo castigo da UEFA. Assumam-se corajosamente RESPONSABILIDADES. Esse tipo deve ser posto na fronteira. Já! ).
Nada como ser recrutado e avençado por socialistas e bloquistas. A xenofobia em Alberto João é política municipal com Maria José Nogueira Pinto: fora com os chineses da baixa. Por acaso até concordo. Não percebo é os critérios de condenação. Nem os motivos pelos quais a Câmara de Lisboa proibe cartazes de propaganda política da JSD. Mesmo sabendo que vivemos em Democracia, pois.

quarta-feira, 12 de setembro de 2007

Benvindo! O resto é COBARDIA.

( Sou suspeito. Não estou colocado, a minha filha ainda não tem aulas. Devemos ser uma excepção, claro. Azar. O nosso. Ainda assim ontem ouvi o nosso engenheiro, num registo entre histérico e histriónico, a insistir na banda larga e nas novas creches e escolas. Mais uma vez a confundir um complemento, um acessório, as creches, com uma finalidade, um objectivo. Percebe-se, a fúria que o Poder tem contra a Família e a preocupação que os aparelhos ideológicos do Estado manifestam crescentemente em roubar as crianças ao seu espaço natural para as moldar a seu bel prazer. Claro que uma boa rede de creches faz falta e é absolutamente necessária num País onde a carência de estruturas é imensa. Como faz falta, em especial, uma política de Família e de defesa dos direitos dos Pais. Da Mulher. Percebe-se o engenheiro que defende o incremento da natalidade legalizando e incentivando o Aborto. Comparem os subsídios de baixa dados a uma grávida e a uma mulher que faça aborto. 65% para a primeira, 100% para a segunda. Lapidar. De Propaganda, falam os habituais sindicatos. Mas não só. Em causa está o futuro. A diferença entre educar, dever e direito dos Pais, e ensinar, obrigação não vislumbrada da Escola. Ser objectivo e honesto é defender novos direitos laborais, salariais e sociais para as mães em Portugal. Incentivar condições fiscais para que na Família a mãe possa educar os seus filhos com tempo e condições para não ter de recorrer às creches estatais. É subsidiar, de facto, o incremento da natalidade. É garantir o direito de escolha nas decisões que dizem respeito à educação dos nossos filhos. Não por acaso nos USA cresce o número de crianças educadas em casa. Não por acaso o vendaval que as declarações de Eva provocaram na Alemanha. O resto é treta. Mais do mesmo. Sucesso escolar equivalente a analfabetismo técnico. Basta passear na net. Mas, se calhar, talvez por isso, a banda larga do engenheiro. Que, ao lado de Cavaco, confunde óbvio com Cobardia. Vergonhosa para todos nós a postura com o Dalai Lama ).

terça-feira, 11 de setembro de 2007

11.09
Segundo a colunista do Público, Helena Matos, a Europa tem interesses especiais na luta contra o terrorismo atendendo ao facto de sermos confrontados com o problema de no outro lado do mar, havendo Democracia e eleições livres, o estúpido do Povo poder votar em peso nos Islamitas e com isso, o verdadeiro pesadelo, impor o regresso de Deus ao nosso século XXI. Lapidar!

( Passem aqui ).

Adenda minha, Bernardo. ( Que me desculpe o PR a intromissão ). Visitem este, não pelo link com que nos honraram, mas pelo post genial. Obrigado.


segunda-feira, 10 de setembro de 2007


Esta Senhora da Televisão Alemã teve a Coragem de atacar a merda da geração de 68 em nome da defesa da Família e dos Valores do III Reich!

Bravo, Eva!
Mit Bewunderung für ihre Standhaftigkeit gegenüber den Meinungs-Machern gratuliert der Ring Nationaler Frauen Eva Herman, Mutter, Buchautorin, Journalistin und Fernsehmoderatorin, zu ihrer Gradlinigkeit und ihrem Mut!

Saneada pelo poder das forças sionistas na Alemanha, em nome do politicamente correcto.



( O Dalai Lama, claro que não.

O Mugabe, claro que sim.

A teoria do ÓBVIO segundo Luís Amado.

Post e comentários em baixo ).




domingo, 9 de setembro de 2007

E porque hoje faz anos que morreu o Kamarada Mao,


o qual, assim como assim, ainda fez algo de magistral e saudoso, a Revolução Cultural, ( e eu sou dos que quando ouço falar de cultura e intelectuais tenho vontade de sacar a dita ), um par de desabafos a abrir a semana. Não, da fuga anunciada dos pais da Maddie, nem falo. Fossem portugueses. Ridicularizada, ao limite, a já descredibilizada Polícia e Justiça portuguesas. Ponto final. ( Terá algo a dizer-nos o Ministro dos Negócios Estrangeiros? ). Como não falo da Selecção dita " nacional", orientada por um brasileiro medíocre, cretino, arrogante, mal criado, chamado Iscolari, que para lá dos milhões que ganha e lhe pagamos para pouco mais serve do que ter inventado um guarda redes chamado Ricardo. Não gosto muito de futebol, não aprecio o dito e não me revejo naquele rancho multicultural. No mínimo, ontem, esperava que esse produto rasca do marketing e ídolo mi(s)tificado de tantos dos nossos jovens fosse expulso do grupo face ao seu repetido comportamento enquanto pessoa e homem. O tal de Ronaldo. Mas vendo bem, apesar de na Alemanha, por exemplo, se ser expulso de vez da Selecção por muito menos, por cá cabe tudo, dos Decos aos Pepes, com os Moutinhos e os Quaresmas no banco. Adiante, pois. Falar sim, apetece de Sócrates e do nojo crescente ao que olhamos em nosso redor. O fim macabro da civilização europeia, iniciado com a morte de Goethe e encerrado nas ruínas de 1945. Depois, apenas, esta nauseabunda sociedade democrática da (in)tolerância permissiva. Disse-o, e bem, ontem Radtzinger. O tal alemão que serviu Hitler mas teve o azar de não se ter convertido ao marxismo como o SS Grass. A (in)tolerância de quem recusa uma concepção glogal de Política de Vida nos seus diversos quadrantes. A (in)tolerância da recusa do espaço do Sagrado em nome do laicismo, de quem se preocupa com a pena de morte mas legaliza o aborto, dos que defendem os direitos dos paneleiros mas combate a Família, dos que defendem o direito à blasfémia e à ofensa da crença alheia, ao insulto, ( agora a Cristo por Priscilla Joyce Brack e os seus "Orientais Barbados", ontem a Maomé, no caso das caricaturas ), se consternam com a morte dos Theos mas proibem o direito ao uso do véu islâmico, que não da publicidade que coisifica e sexualiza enquanto objecto a Mulher, traficada Europa fora, dos que perseguem os fumadores e os comedores de alheiras mas não a Droga ou a Pornografia. A (in)tolerância deste sistema de capitalismo global liberal acolitado pelo discurso bem pensante da esquerda pós marxista, a que teme a Tradição, o Sangue e a Terra. O direito de opinião divergente, os valores e os princípios. O apogeu da hipocrisia. Face ao colapso da natalidade em Portugal, Sócrates, o legalizador e incentivador do Aborto, distribui Pc's e avança com demagógicas medidas avulsas que passa por mais creches, que a ser verdade, só irão servir os filhos da imigração e uns míseros tostões que não escondem o desemprego, o trabalho precário, os baixos salários, as despesas na escolaridade obrigatória. A natalidade resolve-se com outro sistema económico, com incentivos monetários poderosos, ( como já o faz a Alemanha, a Suécia ou a Dinamarca ) com a defesa da Família, de outro regime de Trabalho, de Saúde e de Ensino, com o efectivar dos direitos da Mulher enquanto pilar da Sociedade. O resto é mais do mesmo. E, quer a esquerda, quer o Capital, praticam de facto uma política que aposta contra tudo isto. Percebe-se a (in)tolerância da permissividade. Ainda melhor quando sabemos os valores que vão ser gastos na reconversão da Cova da Moura em "africantown" cultural. Haja decoro e vergonha. Ou, pelo menos, calem-se e fiquem pelas paradas gays. ( Curioso é passear na net e encontrar na dita extrema direita nacionalista lusa os meus argumentos pós modernos do Bloco contra o Islão. Coitado do Ibn Qassi. Será... porque será? Do espírito de Amsterdam gostam ambos, pois... ). Imagem do Kombate, na Austrália, tirada daqui.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Enquanto dura o folhetim Maddie, ( onde estará o 1º. inglês? ), e a selecção " multicultural ", dita nacional, não iscolariza contra a Polónia,

abençoado pão e circo, temos a festa do avante. Com os terroristas do narcotráfico presentes esperemos que, mais uma vez, pois, por precaução, a mesma que varreu as sedes do PNR por visitarem Portugal militantes alemães de um Partido Legal, o NPD, apareça a Justiça e a Polícia. Ainda sobra tempo para coisas importantes. De sorriso nos lábios com coisas que fazem chorar.
( Sem sensacionalismo, no jornalismo de verdadeira referência, a ler aqui, este artigo no Welt ).
A discussão está no debaixo e, nem de propósito, a propósito, novo texto na TIR. A consultar este Link. Bom fim de semana, abraços K'mrds.

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Nota.




Numa altura em que até os identitários se submetem ao diktat sionista, a ler obrigatoriamente este na TIR.

Imagem da NovoPress. Blogue em pausa, ainda, a regressar dentro de momentos.

terça-feira, 4 de setembro de 2007

( Em agenda. Movimento Social Português. Sigla, parece, provisória. A seguir, atentamente. Comentários em baixo, blogue em pausa).

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

31 de Agosto!
Ufeeeeeee. Pronto, acabou!

( 1 comentário do PR na caixa a explicar a coisa.
Imagem: A scene from 'Behind the Scenes Players', a drama directed by Abbas Aqsami performed at the Traditional and Ritual Theater Festivalin Tehran. ).

quinta-feira, 30 de agosto de 2007

terça-feira, 28 de agosto de 2007

E as análises, porra?

BREAKING NEWS Dangerous connections Gordon Brown advisers are worried with the possibility that the next steps of the investigation of Madeleine’s disappearance may produce results that could damage the Prime-Minister´s image, and suggested the McCann couple should scale down their media exposure. The suggestion was accepted (26.08.07).


Tirado daqui. Isto já fede. Quem tem medo de quê e de quem?

segunda-feira, 27 de agosto de 2007

Giorgio Agamben:

"O facto novo da política que vem é que ela não será já a luta pela conquista do Estado, mas a luta entre o Estado e o não-Estado. O Estado, como o ensinou Badiou, não se funda no laço social mas na dissolução deste, que ele interdiz".


Como estamos em Agosto e hitparades há muitos, seu palerma, aí vai o nosso.
1. No shouts no calls. Electrelane.
2. Boxer. The National.
3. Baby 81. Black Rebel Motorcycle Club.
4. Strangelet. Grant-Lee Philipps.
5. Year Zero. NIN.
6. An end has a start. Editors.
7. Icky Thump. The White Stripers.
8. 23. Blonde Redhead.
9. Era Vulgaris. Queens of the Stone Age.
10. Our love to admire. Interpol.

domingo, 26 de agosto de 2007

Eine intakte Natur ist Grundlage unserer Zukunft!
Ler este link.
Comentários e post no outro a seguir.

sábado, 25 de agosto de 2007

Chega um gaijo da terra e vem encontrar o Estado de Direito!

Precisamente, ora pois. Leio os jornais e tudo indica, como pressinto desde o início e por isso nunca abordei o tema, que me desculpe o Paulo Reis que é amigo do PR e me merece todo o respeito, que a Maddie mais do que telenovela ( virtual? ) mal contada vai ser arquivada no segredo dos deuses. Isto de investigações e prisões, só não o sabe quem não quer, não é mesmo para todos. Os transgénicos? Não, Camaradas, não alinho nas indignações dos bem pensantes. Li os jornais e estou perplexo é com o dito, o Estado, o de Direito, a propósito da Somague e do PSD, dos helis para combater os fogos que comprados e pagos vão voar para o ano, se. Melhor, só correr os blogues que por aí andam, mais ou menos de direita, ditos nacionalistas ou mais ou menos identitários, e encontrar o elogio declarado ao sionismo, a Israel ou aos USA. Em nome da defesa desta Europa a cair de podre. Bem pode pregar o Radtzinger que no limite o Louçã ainda se torna o herói da nossa extrema-direita. Assim como assim vou dormir e tentar entender que estou cá outra vez. Num país que faz de um escritor conservador, reaccionário, que odiava os anos 60?s, os hippies e apoiava a guerra do Vietnam, um revolucionário militante. O Kerouac, pois, que queria era copos e vacas. Um embuste esta farsa. Melhor só ver a parada gay em Telavive e o Zé a vender o ridículo na C. M. de Lisboa. E palerma é o Alberto João, naturalmente. Fiquem, se puderem, a ouvir os National que em Boxer são quase geniais. E tentem rir-se que eu já estou quase a chorar. Bom fim de semana.


( Morreu E. P. Coelho. Com tudo o que me separa dele e em especial em nome do PR, que foi seu aluno, a homenagem, na Diferença, deste blogue. Sem lágrimas de oportunismo e de hipocrisia ).

quarta-feira, 22 de agosto de 2007

Saber ouvir no silêncio tudo o que é dito no não dito. Como a claridade entre sombras. A iluminação. A facticidade do desocultamento. Atirados contra o mundo sabemos na Noite o rosto pasmado sob o gume do vento, a urgência de fazer os dias.

terça-feira, 21 de agosto de 2007

A Galeria do Suck. Corneliu Zelia Codreanu!

A propósito de Acção Directa e Desobediência Civil e a postura da Direita.
( Acompanhar a discussão aqui e ler este que bem merece).

segunda-feira, 20 de agosto de 2007

Uma boa ideia para um debate urgente, neste blogue e aqui.
A consultar, este.

domingo, 19 de agosto de 2007

(Re)pegando em Kaczynski

apetece insistir: a esquerda sofre de um profundo sentimento de inferioridade. A arte que produz e admira, ( sórdida, obscena, entre a derrota, o desespero e o orgíaco ), prova-o. Como também uma intolerável e pretensa arrogância moral. Como também a agressividade do discurso politicamente correcto e a abordagem dogmática ideológica. Assim, os clichés habituais num discurso pretensamente subversivo, ( ou, como na moda, fracturante ). Racismo, sexismo, direito das mulheres, homofobia e direitos dos paneleiros, ódio à Família e preocupação com os animais, o genocídio, o não ao tabaco ( que não às drogas ) e às bolas de berlim. No limite o ódio à individualidade, a veneração pela massificação e o desejo de uma uniformização do pensamento e do tecido social. O higienismo. E uma vontade absoluta de Poder de mãos dadas com o colapso necessário do sistema educativo. Depois, a duplicidade de critérios a explicarem Chávez e Fidel, por exemplo. Ou os deputados europeus do Partido Socialista a tudo fazerem para trazer para Portugal organizações terroristas de modelo stalinista/maoísta iranianas que combatem de forma criminosa a República Islâmica do Irão. Discretamente, claro, sem grandes alardes. Tudo isto a propósito de uma semana em que Louçã abriu a boca para desmentir o óbvio. A colagem ao PS. Do mal o menos: na agenda prefigura-se a implosão do Bloco. Mas a semana fica ainda marcada pelos desejos do Zé. Inspirado provávelmente no Martim Moniz, quer resolver os problemas financeiros da C. M. Lisboa com a produção e comercialização de azeite e ameijoas lisboetas. Lapidar, vindo de quem vem. Do ridículo se faz este país. E a nossa esquerda. Assim, ontem, no Sol, uma tal Inês de Medeiros: segundo esta brilhante intelectual de esquerda a Cultura, para a Direita, resume-se a fado e touradas. Sem o tal " complexo cultural " de que ela me acusa só posso responder que não gosto de ambos e acho a senhora burra. Ou imbecil. Mesmo desconhecendo quem é a dita iluminada que não gosta de ouvir que os " agentes culturais são subsiodependentes ", ( ora bem, pois ), e que acha que na Direita é cada um por si e a esquerda tem a noção de Progresso, sem explicar o que entende por tal. Da realidade e do país real, certamente não tem mesmo nenhuma ideia. Nem dos problemas concretos da maioria da nossa população, a que não cabe nas novas " élites " da classe média-alta, nova rica, acoitada na esquerda e nos novos tentáculos dos interesses. Pois. Caviar chic. Valha-nos que a Senhora se identifica com o PS, a vanguarda mais feroz do grande Capital liberal em Portugal e titular de um Governo que tem sabido demonstrar o quanto despreza o Trabalho e os Trabalhadores. Pois. Redundâncias. Várias. Citando, uma verdadeira telenovela venezuelana onde nem falta o Professor Marcelo, da outra " direita ", vir recomendar que em nome do Capital não se critique a política de imigração porque, graças aos números da Segurança Social, só podem assim ser xenófobos. Os críticos. Lapidar, outra vez. O Bloco não diria melhor. Ainda dizem que Agosto desculpa tudo. Ora bem. ( A visitar, este e este ).

quinta-feira, 16 de agosto de 2007



Post e comentários em baixo.

Urgência.

De fazer renascer o pensamento antiracionalista, de fazer implodir tudo o que resta e vem do Iluminismo. Assim, J. G. Haman, a espaços Herder, mas também Burke. Fulcral é rejeitar a ideia de progresso a par da defesa de um nacionalismo que assenta numa perspectiva cultural de identidade comunitária: a Família, a memória histórica, a língua, os hábitos, os sentimentos e os costumes. Deus, certamente. A Terra e o Sangue. Haverá simultâneamente que redescobrir coisas ( aparentemente tão simples ) como solidariedade, respeito, verdade despojada, sacrifício, desprezo pelo exterior, a luta contra a presença do Mal, a essência e o carácter único do humano, geral a todas as sociedades na sua diversidade, a postura ascética e disciplinada do guerreiro. Reerguer a alma comum da raça porque só ela, como escreveu Joseph de Maistre, cimenta a Nação. Defender o genuíno, o que perdura, não os artifícios do estado burguês, mais ou menos liberal, assente nos interesses e valores do Capital. Aliás, a Nação, no limite, pode e deve ser a primeira defesa do cidadão face ao poder sombrio do Estado. Não por acaso, o crescente reforço dos aparelhos de Estado fazem do ataque continuado ao discurso e à prática nacionalistas uma das suas prioridades. Assim, resistir, impõe-se. A ler, este.

quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Theodore Kaczynski, aliás, Unabomber,

revolucionário crítico da actual sociedade técnica-tecnológica, da atomização social ou das redes de comunicação, já o tinha escrito preto no branco: o ódio por si mesma é uma característica típica da esquerda. Lembrei-me disto e muito mais ao ler alguém como o caviar chic do Louçã, hoje, no Público, apelidar VPValente de burguês, o que certamente será. Fraco argumento no entanto, o do pregador. Corra-se a vida de Louçã e de outros berloques revolucionários, ( ao acaso, têm os filhos na escola pública os ditos defensores da dita?, a família a exercer na saúde privada em defesa do SNS? ), e digam lá como classificar o menino das avenidas filho do almirante? Sobre isto e muito mais será tempo de reler o Manifesto do americano, na Fenda, por cá, e o seu olhar sobre "o futuro da sociedade industrial ".




Ainda com Kaczynski, recordei a alínea 189: a História é feita por minorias activas e determinadas. Ontem no Porto, em encontro nacional, recordou-se Aljubarrota.

terça-feira, 14 de agosto de 2007

( Batalha de Aljubarrota )
O post está na caixa de comentários do debaixo. Seguir a discussão.

domingo, 12 de agosto de 2007

Fraqueza ideológica e ausência de visão estratégica na(s) direita(s) europeia(s).

Que não venham os de sempre com o cliché habitual: racismo, apelo ao ódio ou o insulto que resolve a falta de argumentos. Muito menos o recurso aos fantasmas mitificados do holocausto.
Razão de ser? As mais recentes declarações elogiosas dum burguês reaccionário e oportunista francês, Le Pen, a propósito de um presidente imigrante, judeu e ( naturalmente ) cada vez mais alinhado com os USA. Os elogios não espantam mas dizem muito sobre o vazio que se instalou na Direita Europeia onde entre a Frente Nacional francesa e os bandos criminosos alcoolizados de meia dúzia de cabeças rapadas, pretensamente neo-pagãos, nada se retira. E que só assim explica a estupidez que essa troupe revela ao eleger o Islão como inimigo principal. ( Aqui, não tomo o Islão como a versão terrorista niilista, a mando da CIA, de um Bin Laden ou com as élites sunitas despóticas que tiranizam de Riad ao Egipto passando pelo Paquistão, naturalmente. Sejamos honestos e inteligentes. Se possível ).
Vivemos tempos de não criação ou conhecimento mas de entretenimento. A derrota alemã de 1945 simboliza o advento de uma nova barbárie. Americana e sionista. De uma modernidade onde impera o kitsch, a vulgaridade, o obsceno, o colapso das regras e valores morais, da implosão de todo e qualquer sistema educacional, sem significação ou objectivos para lá do consumo, do dinheiro, do sexo, do conformismo hedonista, da permissividade, da tolerância intolerante, de uma sociedade infantilizada, individualista, desagregada e em decomposição. O triunfo das Luzes aniquilou o Catolicismo, ( com o Concílio Vaticano II ), e abriu caminho à Globalização onde a Europa dos Estados, ideia e projecto secular e histórico, morreu. A Globalização onde a vitória do Capitalismo liberal transnacional anda de mão dada com o não-pensamento cultural e civilizacional da esquerda marxista e pós-marxista. Nada que espante se constatarmos que na base desta ruptura se encontram os USA, o primeiro inimigo da Europa histórica liderada por uma Alemanha pujante e ancestral, país de imigrantes sem passado ou memória, e o judaísmo, quisto de degenesrescência que sempre foi sinónimo de recusa da ideia de Pátria, Estado, Povo, enquanto comunidade cultural assente em laços de solo e sangue. Já o explicaram von Below e von Kralik. É este fedor de doença e decadência que marca a modernidade. O estertor da Europa. Ser de Direita, hoje, é combater essa mesma modernidade e a pretensa matriz judaico-cristã da nossa civilização. E, sem hesitações, identificar o inimigo principal: os USA, sim, mas também o Capital sem rosto, o sionismo e os valores culturais da pós modernidade. E saber que a doença da modernidade é combatida, hoje, primeiramente pelo mundo islâmico. Não por acaso os USA apoiam as ditaduras corruptas e pró-sionistas do mundo árabe. Não faz sentido combater quem combate o nosso combate. Lutar contra a imigração, em Portugal, por exemplo, é ir contra quem vai ao encontro desta modernidade que nos rói, ( a imigração chinesa, negra, brasileira ou eslava ), e não contra quem, ao acaso, defende os valores da Vida ou da Família. Chega de cegueira ou de estupidez. Nomeadamente quando em Portugal a herança islâmica deverá sempre ser motivo de orgulho nacional. De Ibn Qassi, Rei de Mértola e aliado de Afonso Henriques, às raízes xiitas fatimistas da Cova da Iria, sem esquecer os Templários tão perto e tão influenciados pelos mestres sufis. Insistir nos trilhos da islamofobia é insistir na " louca negligência do conteúdo espiritual da Vida, nos índices que testemunham a decadência, esta triste negação da saúde e do carácter transcendente da Vida ", ( como escreveu Martim Heidegger ). Por mim estou mais perto dos que condenam em nome da Sharia os paneleiros e pedófilos à morte dos que por cá querem legalizar os casamentos gay ou legalizam e incentivam o Aborto perante a quase omissão da Igreja e dos que se reclamam da direita.

sexta-feira, 10 de agosto de 2007

Notas do meu moleskine.


Dante: Que o temor te não cause dano. (...). Cala-te aí, lobo maldito e vai consumir-te dentro da tua ira ".



Torga. 100 anos. Num país onde se insiste em confundir a vulgaridade, se não mesmo a mediocridade, com o génio, lá vem o pilhar dos mortos. Torga deixou os Diários e os Bichos. O resto é dispensável. Mas percebe-se a veneração perante o Homem. Um vertebrado, um patriota, uma lucidez face às capelinhas da nossa kultura, uma postura firme, humilde e frontal que só podia resultar na bajulação daqueles que são tudo o que ele desprezou. Triste de quem morre neste recanto.



Timor. Xanana. Ainda. Sobre o " guerrelheiro " tirei conclusões aquando da sua prisão e postura heróica face aos indonésios. Nunca me comovi com a ocupação. Não me surprende a evolução. Golpe de estado, afastada a Fretilin, demonizada a Indonésia, ( como ontem Portugal ), esse triste país acaba de ser finalmente entregue aos interesses da Austrália. Colonialismo era o nosso. Lapidar. Como o Petróleo. E a traição. Velha, como a espécie.



Esclarecimento. Já cansa o epíteto de nazi, que não me incomoda se souberem do que falam. Eu, claro. Assim como assim, de forma breve. O nacional-socialismo, encaro-o acima de tudo como uma falhada revolução espiritual. Mais do que ideológica ou social. Para quem sabe ou conhece: essa revolução terminou em 1934, com a morte de Rohm e a ascensão do grande capital burguês e conservador alemão ao poder, ao lado de Hitler. Com a vitória de Krieck, Rosenberg e Rudolf Hess face a Strasser, Heidegger ou Evola, por exemplo. Que nada me dizem. Os primeiros, claro.


Bom fim de semana. Por cá estão os Sonic Youth.

quinta-feira, 9 de agosto de 2007

Erwin Guido Kolbenheyer.


Por entre a terra e o sangue, as palavras. Iluminadas e iluminantes, já o realçava o Filósofo. Esse, o mesmo que sabia serem o último reduto de resistência e combate o Guerreiro, o Poeta, o Pensador. ( A trabalhar nas destes, eu. Agosto também é isto ).

quarta-feira, 8 de agosto de 2007

terça-feira, 7 de agosto de 2007


Bahhhhhhhhhhhhhhhhh.!