terça-feira, 13 de novembro de 2007

Greves e intervalos.




A da Função Pública. Enquanto a inflação dispara e o desemprego cresce. Curiosamente fazer greve um dia, e logo a uma sexta feira, nada alterará. E a greve, montada pelas indústrias sindicais, vem de uma classe que recebe pontualmente cada mês, que recebe acima da média nacional, que tem emprego estável e vitalício. A luta dos trabalhadores portugueses passa por outro lado. Ou assim devia ser. Pelo privado que a não pode fazer. Pelos precários, pelos desempregados, pelos que têm salários em atraso, nenhumas regalias, vencimentos mínimos, direitos nenhuns. Esta é uma Greve do Sistema. Dos interesses instalados. Mais do mesmo. Nada alterará à situação real com que o mundo do trabalho se defronta no País real. Greves salariais de um dia na Função Pública são jogadas oportunistas político-partidárias. Pena, desbaratar-se assim a razão que os Trabalhadores portugueses têm em lutar contra as políticas deste governo. Pena, utilizar-se assim o direito de Greve. Aos trabalhadores nada traz. Trabalhar não custa. Custa é ver o trabalho ser tão maltratado e serem alguns dos privilegiados a aniquilar a razão de uma Luta e de um Combate que se tornam urgentes.
(Não tenho tempo para o blogue. O PR está impedido de aqui andar. Fiquem descansados os amigos habituais que, sem publicitar, nada há também a esconder, apenas privacidade, não é o "coração", ainda bate, nem as tripas, vulgo o tumor no estómago, que costumam ser argumentos de ataque e insulto por alguma da muita canalha que aí anda. O PR apanhou uma violenta infecção bacteriana. Volta quando puder. Eu, quando tiver tempo. Até lá o Suck fica a marinar. Nada demais. Acho que até precisa de obras) .
Solidariedade com a VALORSUL. Polícia fora das greves. Não às provocações autoritárias do governo socialista.

Uma questão de merda. Além de rufia é surdo. O Hugo.

De esquerda e basta. Bem esteve o Rei e bem lho disse sem sucesso: está calado. O ditardozeco venezuelano insiste em não ouvir. Não, Aznar não é um excremento. A bosta és tu, ó Chávez.

segunda-feira, 12 de novembro de 2007

Compulsion neurosis.

Olhemos em redor. Só por oportunismo, ingenuidade ou estupidez se pode ser optimista. Em tempos Gillo Dorfles andou à volta de assimetrias, perca do centro, desvio. Para mim, fragmentação. Ou, antes, implosão. Dos sistemas de saúde, educação ou justiça. Da dita democracia. Bem mais sério. O Trabalho ou a falta dele, quando não é precário. Boa semana.

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Outra data comemorativa. Foi em 1989. Saudades do Muro.


Não foi com isto que os alemães de Leste sonharam. Ou a Europa do Trabalho. Estamos todos pior. Postes em baixo e caixa de comentários também.


CULTO! Coisas reais do socialismo real. E bom fim de semana.

Isto não é um carro. Isto é um Trabant!
( E fez 50 anos ).
Post do PR e caixa de comentários em baixo que eu ando fora desta coisa.

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Comemore-se, portanto. Os 90 anos de revolução bolchevique. Com o Goulag,




o Pol Pot, a Coreia do Norte, o Fidel ou o mais recente aprendiz de feiticeiro, o Chavez. Por mim, nem Marx, nem Lenin, nem Stalin e Etc, ao contrário dos neoconservadores que por aí pululam, a começar na administração Bush. Por cá o Zé Manel, o Fernandes do Público e o da UE, o Barroso, fora os outros muitos que se conhecem. Simpatias, só pelos Spartakistas e saudades só da velha DDR. Antes Acção Directa à moda deste K'mrd na Finlândia. Nota de rodapé: no Porto, no meio de grande alarido e encenação, prenderam um Salim que dizem trabalhar para o Bin. Aos nossos polícias informo: sou amigo do dito, de amigos do dito, frequentava enquanto tal a sua barbearia onde, por acaso, se discutiam ideias com gente, pouca, que sabia pensar. Para cobardia basta a postura do presidente da Comunidade Islâmica do Porto. Usual, de facto, a cobardia desses líderes islâmicos transportados curiosamente, todos, de Moçambique. Eu não renego ou escondo amizades. Era e é um amigo. Divirtam-se. A primeira imagem, para quem não conhece, acontece, é da velha Rosa. Luxemburg.

terça-feira, 6 de novembro de 2007

O Director do Meia-Hora: ou como a propósito de farsas se descobre um farsante,


porque estúpido o dito senhor não será. Mesmo querendo na sua desonestidade intelectual saloia fazer de nós parvos. Artigo de 29 de Outubro de 2007. O Irão. Pois. Descontemos a ignorância básica e a islamofobia encoberta que varre a fúria imbecil do dito. Registe-se, apenas, e explique-se sucintamente o que se tenta vender. Mesmo quando o colunista elogia Mugabe e a Rodésia para insultar Ahmadinejad e a República Islâmica. Só essa pérola basta para não perder demasiado tempo com aquilo. Mesmo quando aquilo chega gratuitamente a milhares de leitores incautos que pouco ou nada sabem do Islão, ou sequer de xiitas e sunitas. Manipulação e desinformação no seu melhor. Aponte-se a correcção, breve: no Iraque quem mata e assassina, xiitas preferencialmente, nesse Iraque também xiita, é a Al-Qaeda do ex-agente da CIA, Bin Laden, sunita, ou os saudosos de Saddam, um velho amigo dos americanos. Lembra-se? Esse mesmo que está ligado a velhos amigos do amigo americano, os tallibãs afegãos, suportados e financiados pelos regimes amigos do amigo americano, o saudita e o paquistanês. Os mesmos tallibãs que a República Islâmica sempre combateu tenazmente. Mesmo muito antes de se terem tornado inimigos do amigo Bush. O dito senhor conhece pouco, parece. Da realidade em Teerão. Do cinema às artes. Das universidades ao desporto. Compare com o mundo árabe. E seja honesto com os seus leitores. Fala em banditismo mundo fora, financiado pelo Irão. O senhor é mentiroso. Confunde a Al-Qaeda do amigo americano e saudita com o regime dos Aytollahs. Será o problema a Entidade Sionista? Se calhar...mas mesmo assim, olhe. O Hezzbollah nunca invadiu Israel e limita-se a defender, bem, felizmente, o Líbano. Cíclicamente invadido pelos sionistas. O Hamas, esse, infelizmente não é corrupto como a Fatah de Arafat e venceu eleições livres e justas nas urnas, com voto popular. Uma merda, eu sei, isso da Democracia, o bom do Musharaff que o diga. Ele e a Bhutto que devia estar na cadeia. Agora, neste momento. No Paquistão amigo do amigo americano. E o Mugabe em Haia, não fosse o oportunismo democrático dos Sérgio Coimbra que por aí insultam a nossa inteligência. Tanta cretinice também cansa.

domingo, 4 de novembro de 2007

Coisas da treta. A degenerescência segundo Rauschenberg. Post que já levou uma adenda.

RESISTIR!
Uma das conquistas da abrilada foi a instalação na praça pública de uma seita enorme de comentadores, especialistas e opinadores profundamente analfabetos. Isso e a democratização. De tudo. Do ensino, vê-se, à dita Kultura. No jornalismo já não bastavam os pagos. Agora temos os gratuitos. Assim lá escreve o profundamente erudito Manuel Falcão a respeito do Rausch em Serralves o elogio baboso, com a pop à mistura. Por mim aquilo qualquer sucateiro com talento fazia. Carai. E o pop artista só trabalhou com os Talking Heads quando aqueles já não interessavam a ninguem, ( já tinham gravado 77, More Songs e Fear of Music ), e o Byrne assumido contornos vanguardistas de baiana gay de mão dada com o Eno. Para quem não sabe dos TH basta ouvir os 3 primeiros. É muito, muito bom e basta. Não me venham com merdas que para merda já basta esta merda. Ou seja. Aristid Bruant, cerca de 1900 em Montmarte, já o sabia nos tempos gloriosos da dita Belle Epoque. Nada como uns pós de arte e revolta para fermentar os lucros das diversões capitalistas. Depois, a vulgaridade do consumo de massas faz o resto. Boa semana. Arte a sério com 11 anos de idade, aqui. Ora bem.

quarta-feira, 31 de outubro de 2007

Post não post 2. O Meneses, o Referendo, a Turquia, o BCP, o Orçamento? Não. Sem assunto. Ora vejam:

Porto. Cerca das 15. "Tropeço" com o INEM, a Polícia, um magote de gente curiosa, um homem estendido no chão. Limpo, lavado, cerca de 50 anos. Pulsos cortados. Sangue, muito. Desço a rua. Só então percebo pelo rasto de poças de sangue no passeio que aquele homem vinha a algumas, muitas, centenas de metros a caminhar de pulsos cortados. Pelos vistos sem incomodar nada nem ninguem. Só repararam na coisa quando ele, esvaído, caíu. Ontem. Pois. Boa gente, todos felizes, nós, não é? Como eles dizem, tá tudo. Tá, tá.

domingo, 28 de outubro de 2007

Elogio e defesa da


INTERVENÇÃO E ACÇÃO AUTÓNOMAS!




( Dos jornais. As baboseiras redundantes de um crítico musical. Vitor Belanciano. Falar, falar apenas nos 30 anos de Never Mind the bollocks é assinar que não se percebe nada do que foi ou é o punk. Puta que pariu o dito. O punk e o crítico. Abençoados Pistols que afinal ainda fazem todo o sentido. 2. Mete dó ver o habitual insubmisso VPValente curvar-se perante algo. O respeito é mesmo muito bonito. E as trelas existem: " fora o Holocausto, pelas razões que se compreendem... ". Pois. Não é só a Europa que passa o tempo a pedir desculpa a toda a gente por tudo e mais alguma coisa. Até o Pulido Valente tem limites, pois tem. Assim se vê a força da judiaria. Boa semana, Kamaradas ).
Ensslin e Curcio, fotos.

sexta-feira, 26 de outubro de 2007

Degenerescência e loucura!

Temos sido muito atacados pelas posições muito críticas que manifestamos neste blogue contra a actual produção "artística".
Agora, numa exposição um "ARTISTA" matou ao vivo e em directo um cão à fome e sede. É preciso dizer mais alguma coisa?
Tenham vergonha. Mais neste link. E a propósito de aberrações e loucura leiam este blogue.
Bom fim de semana.

quinta-feira, 25 de outubro de 2007

Nem por acaso, leio num gratuito:

A Arte de vencer é saber aguentar o ódio alheio. ( Séneca ).

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

Recapitulação da matéria dada.







Um "homem" é alguêm que na falta de argumentos, insulta.
De preferência nos blogues dos outros. Como diria o PR: lapidar!
Sem mais, após este momento de comédia, o blogue prossegue o seu percurso tranquilo, CARAI!

terça-feira, 23 de outubro de 2007

domingo, 21 de outubro de 2007

A IMIGRAÇÃO É UMA ARMA DO KAPITAL.
CONTRA O KAPITAL, CONTRA A IMIGRAÇÃO!


( Por cá a ler ainda este texto cada vez mais actual. Da leitura de jornais aí, o espanto e a perplexidade. Um PGR que não sabe se tem o telemóvel sob escuta, as seringas distribuídas nas cadeias, o não da classe política dita de direita ao Referendo europeu com excepção ao pouco "democrático" Alberto João, o silenciamento imposto ao Nobel Watson por este pensar e dizer que os pretos são inferiores aos brancos, mas não avançarem com argumentos científicos aos argumentos dele, o saber-se por fim, com base em estudos de uma académica insuspeita que a PIDE de 1945 a 1974 matou 14 pessoas, o fim de outro mito, o ver as nossas direitinhas insistirem em não perceber que o Combate se faz ou devia fazer contra o Desemprego, o Trabalho Precário, o ataque à Liberdade de Expressão e Opinião, a situação na Saúde, no Ensino, ou na terceira idade. O Meneses foi à Cova da Moura comemorar a vitória no PSD! Comentários no post do PR, em baixo, que vale a pena ler. Profundamente politicamente incorrecto ).

sexta-feira, 19 de outubro de 2007

Wewelsburg e a Lenda da Batalha na Bétula. A propósito do Trabalho

ontem nas ruas de Lisboa. Por um Referendo que os que governam em nome da Democracia querem recusar ao Povo Europeu. A desintegração do mundo, sim, a exigir o levantamento do Homem contra a (pós) modernidade da miséria, da pobreza, do desemprego, da precaridade, da decadência dos valores, deste estar apodrecido e fétido onde 3/5 da população mundial são excluídos da "civilização". Combater e resistir. Destruir o que Garaudy classificou de "monoteísmo de mercado" em que a ideologia dos media e a contrainformação pauta a manipulação das opiniões públicas. Registem os telejornais a propósito do Conselho de ontem, o telelixo mais centrado nas medidas de segurança, ( quem tem medo do Povo? ), do que nos dossiers em discussão. Na fuga ao prometido Referendo. O consumo, o mercado, a alienação, o hedonismo, o arsenal dos senhores do mundo. Os Estados Unidos, Israel, os G7, GATT, FMI, Banco Mundial ou a Comissão Europeia. Ao acaso. O homem face à barbárie onde importante é recordar a ancestralidade esquecida e saber o Inimigo que tantos procuram curiosamente no Islão. Mesmo quando as sombras vêm da China e da Índia. Wewelsburg, portanto. Recuperar os momentos onde se decide o futuro do Ocidente, um Ocidente que urge renascer, expurgado do vírus judaico: no (pós) marxismo como no Capital Global e Transnacional, no catolicismo de São Paulo que fere e contradiz ( teológicamente ) os Evangelhos históricos, nos lobbies obscuros, da Maçonaria ao mundo gay. Sempre o mesmo. Ir atrás. A Wulfila e à velha tradição das ordens monásticas lideradas pela espiritualidade de Bernardo de Claraval, ( A Beneditina, a de Calatrava, Cister, Avis, mas entre todas, a Templária ). Uma nova cruzada espiritual e cultural, onde os nomes são Von Bingen, Silésio, Boehme, Swedenborg, Mestre Eckart, Novalis, Schiller, Holderlin, Evola, mas também Dostoiewski, Leopardi, Homero, Dante, João da Cruz, Teresa D'Ávila, Shakespeare, Cervantes, Heraclito, Goethe, Pascal, Kierkegaard. Onde, não a crença, não a religiosidade, a credulidade ou a ritualidade, mas a Fé do Jesus biblico encontra o Jesus do Alcorão, islâmico, o de Ibn Khaldoun, Ghazali, Ibn Arabi ou Ibn Qassi, o do sufismo xiita, onde Jesus revela o Uno e o Todo.
Tempo de Combate e, como tal, de afirmação ideológica. De resistência. De regresso. Ao sonho de Wewelsburg.

quarta-feira, 17 de outubro de 2007

Mais memórias e muita indignação.

A medo, por fim a RTP iniciou um documentário a abordar a História da dita guerra colonial. Mesmo com as inibições que o discurso correcto vai de certeza impor o 1º. episódio deu para mostrar o que eram os combatentes anticolonialistas: um bando de terroristas, assasssinos, violadores, bárbaros sem princípios ou valores a não ser o ódio racista face ao branco e até face aos pretos que discordavam da situação. Nas entrelinhas está lá tudo. Como acabou a História já o sabemos, como sabemos quem são os cobardes e traidores que cobriram a Pátria de vergonha.
Importante, como sempre, o papel canalha do nosso "aliado" americano. Felizmente, como ontem escreveu o PR, a Memória queira-se ou não existe e os factos também.
Vem num momento importante. Quando a pobreza cresce assim como o fosso entre ricos e pobres. Em que as condições de vida e de sobrevivência dos Portugueses atingem proporções dramáticas.
Num momento em que, ao mesmo tempo, Portugal é o País Europeu que mais condições dá e melhores condições oferece aos imigrantes vindos de África. Insultuoso! Mesmo que me me acusem de discriminação racial ou proteste a ladainha habitual da SOS Racismo.
Mais grave é ver as cores da minha Pátria representadas pelos Obikuwelo, Évora, Bosingwa, Deco ou agora ou tal de Makukula sargenteados por um brasileiro sem classe ou princípios.
Este País perdeu os seus valores fundamentais. Pior, perdeu o respeito por si próprio e pelo seu Povo. É tempo de dizer Basta! De dizer Não! Mesmo que alguns, sempre os mesmos com complexos mal resolvidos de Identidade insistam em me chamar de Racista.
O meu Portugal é OUTRO!

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Resistir a que se apague a Memória em nome da Memória,

mesmo sabendo desde a manipulação de factos, imagens e datas por Stalin, que a Esquerda para sobreviver precisa desse esvaziar, desse apagar do Passado Histórico dos Povos e Nações. Agora, com Zapatero, na Espanha. Proibir, como sempre em nome da Democracia, a referência a tudo o que tenha a ver com o Franquismo é apenas mais um passo nesse combate Cultural que vive, também, da amnésia. Não admiro em particular Franco ou o franquismo. Sei que foram os comunistas quem liquidou e assassinou, em Barcelona, por exemplo, o Movimento Revolucionário Anarquista. Sei quão longe o franquismo vencedor da guerra estava dos valores e princípios da primeira Falange, a de José António. O horror morou nos dois campos. Como a barbárie. Tentar apagar, em nome da pretensa superioridade moral de um dos lados, parte da História só pode mesmo fazer sentido no olhar maniqueísta dos que até dos mortos têm medo. Não escondam. Enfrentem. Discutam. Imponham as suas opiniões. Ao que parece os argumentos serão fracos. Só foge da História quem tem medo da História. E da Verdade. Afinal, Franco venceu!

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

A propósito de Eric Blair, aliás Orwell, apetece adaptar:

Uma das experiências essenciais da vida é de nunca podermo-nos livrar do cheiro nojento da origem humana. Hoje é segunda feira.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Bom fim de semana.

Pintura, Adolfo Hitler.
Post do PR aqui.

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Por lapso no escalonamento dos postes o do PR está em baixo, logo depois da postagem do Flávio. Por ser neste momento uma tomada urgente de posição, quer para o futuro do blogue e a linha que este vai prosseguir, quer para um mais vasto debate em curso, peço que começem por o ler. Comentários na caixa dos postes.

postal de lugar algum (adeus e boa sorte)

Leiam primeiro o Pinto Ribeiro aqui em baixo (Clarificações. Onde estou. Onde estamos.), que este postal atrasou um dia. Este é o meu último postal, creio eu.Este postal era para ter sido postado ontem, e estava para o dedicar à Futuro Presente (que recebi anteontem), mas por falta de tempo ainda não li a revista na sua totalidade, li apenas a entrevista ao Ricardo Pinto, entrevista essa que eu já aguardava há bastante tempo. Resultado da entrevista? Fiquei um tanto ou quanto desiludido, acho que a FP tinha feito melhor em entrevistar o Filipe Faria, esse sim é minimamente politicamente incorrecto e muito português, não é um escocês com nome nacional, é 100% nacional.
Notei, curiosamente, que o Jaime Nogueira Pinto himself admite que também na sua juventude ele e os seus eram uns anarco-fascistas, pois bem, um belo timing agora que o Nacional-Anarquismo começa a ser falado em Portugal via TIR.

Fui também ao cinema nos últimos dias, vi os Planeta Terror e Stardust. Sem comentários, obviamente, excepto talvez a personagem de Robert de Niro em Stardust, um capitão pirata gay. Não sei se será original ou decadente...
Retomando a questão da Esquerda Nacional (ou mesmo da falta de nacionalismo português nos nacionalistas portugueses) creio que vale a pena ler este artigo do F. Santos na última edição da direitista (e como tal, reaccionária e um pouco bafienta) Alameda Digital.
Ah, e a Revolução está mesmo aí a sair. Este postal não é dos mais inspirados, mas tenho estado atolado no trabalho e com a visita de familiares, e creio que entrei em automático.

Clarificações. Onde estou. Onde estamos. Onde está este blogue.

Na causa Nacionalista, certamente. Onde a reflexão política ideológica parte sempre do conceito de Raça, Sangue e Solo. Revolucionário, também. Um blogue que faz do combate ao Capital e da defesa do Trabalho prioridades que estão para lá da Esquerda e da Direita. Mas que nem por isso esquece o seu posicionamento. Ou sequer os seus inimigos: o liberalismo, a (pós)modernidade, a pretensa racionalidade irracional do políticamente correcto. Por isso o Combate. À Imigração, por exemplo, como às ditas causas fracturantes ou ao sionismo que parece tudo ir corroendo. Sim, sempre, a Pátria e a Família, a denúncia do colapso dos Valores da Tradição. A crítica permanente à marca judaico-sionista da democracia burguesa, do capitalismo global, nacional e cada vez mais transnacional, o femininismo, a produção artística degenerada, o controlo da imprensa, os clichés pseudo revolucionários e contestários que não escondem a trela da opinião do senso comum. Um blogue que diz não a falsos entendimentos, que sabe de forma clara quem é o Inimigo. Quem combatemos, quem nos combate. Onde sabemos do papel fundamental da luta de classes mas não ser ela o motor da História. Antes a raiz e a matriz étnica e racial. Por isso, num momento em que certos movimentos parecem estar a ser invadidos por um bloquismo negro, o Suck mantem-se fiel a princípios que vêm de longe. Evola, Von Schonerer, Von List, Guenon, por exemplo, entre tantos. Pronto para rupturas. Independente, como sempre foi. Sem tempo nem paciência para aturar o folclore das franjas de uma Direita tão ou mais ridícula que a outra Esquerda. Mais ou menos satânica, gótica, extremista ou coisa que o valha. Nunca tivemos nem teremos nada a ver com os ditos movimentos. Seja o caricato PNR ou a extrema dos Machado. A Revolução não se faz de braço dado com obscuridades que só envergonham o Movimento Revolucionário. Ou a vandalizar campas de cemitérios. Não alinhamos na promoção do Sistema a figuras pretensamente perseguidas que só fazem o jogo do Sistema e estão, como tal, a ser impulsionadas por ele. Mas não vamos ceder no fundamental e em caso algum adoptar, por falta de solidez e consistência ideológica, uma postura que esqueça os Valores fundamentais do Movimento Nacionalista e Revolucionário. Nem confundir-nos, no discurso e na prática, com uma certa esquerda caviar que nos enoja e repugna. Pelo Trabalho e pelos Trabalhadores. Ou seja: por Portugal.

quarta-feira, 10 de outubro de 2007

Bricht ein neuer Kulturkampf aus?

Ler este e este e este.
( Com o apoio do Bernardo em Dresden ).
Combates que têm de ser travados.

domingo, 7 de outubro de 2007

" All we've got to show is the dust on the floor
and here it comes, a new dark age, here it comes... "
( Boa semana Kamaradas. Porque há termos de responsabilidade fica o abraço e a breve leitura dos jornais, a não esconderem bocejos e redundâncias. Ao certo, dinheiro, não, e trabalho cada vez mais precário. Lembraram-se dos paliativos, assunto que me toca, mas provavelmente será só isso. Lembraram-se. Anotado: nos USA a campanha, exemplar, cada vez mais é entre um preto e um gaja. No Paquistão a Democracia, com o apoio Ocidental, é uma partilha ponderada entre um ditador sem escrúpulos e uma gaja no exílio que devia estar na cadeia. Na Birmânia, ao que dizem, a repressão aumentou porque cortaram a net. Malandragem, pois. Por cá gostei do Cavaco, o de Boliqueime. Vou mandar-lhe cópias do meu processo contra a selecção de livros na escola da minha filha, mesmo pensando que a solução não passa por meter os pais na escola mas em tirar de lá a maioria dos professores e dos que se dizem alunos e assim vão passando o tempo. Coisas minhas, eu sei, de quem não percebe como 300.000 votos marcam a agenda cultural de 8.000.000 de portugueses. Se calhar da mesma forma com que o Conselho da Europa resolveu impor aos governos a norma de ensinar nas escolas apenas e só o evolucionismo e nunca, em caso algum o criacionismo. Percebe-se. Como se percebe ler alguns políticos dizerem, agora, ser contra o referendo que defendiam ao Tratado Europeu por causa do exemplo francês. Ora bem. Abençoada Democracia. Isto de respeitar a vontade popular é fodida, que me desculpem, é. Abraços e tentem ser felizes ).

sábado, 6 de outubro de 2007

Não é o Desemprego, estúpidos. É a Economia a crescer.

Continuação de bom fim de semana e leiam o Flávio no post logo a seguir.


sexta-feira, 5 de outubro de 2007

comprei revistinha do sistema hoje


Pois é, hoje comprei a conceituada e afamada - tida inclusive como opinion maker - Visão. A única razão será mesmo o artigo que ilustra a capa, dedicado à minha pátria adiada: a Região Autónoma dos Açores (curiosamente o nome do artigo especial é Açores, Terra de Futuro). O choque começou mal cheguei ao carro e olhei melhor para a capa, "Menezes inspira-se no estilo Sarkozy".
...
Pois... eu já sabia que seria uma questão de tempo até algum político tuga copiar o modelo lá da França, mas estava mais inclinado para o Paulo Portas ou para o Manuel Monteiro. Afinal havia o Menezes. Veremos que PSD será este, embora para mim uma ingressão no PSD só com o Dr. Alberto João Jardim como presidente (é o único político português que os teve bem roxos para atacar publicamente o Clube Bilderberg, do qual é representante vitalício tuga o Pinto Balsemão, que é do seu próprio partido).
Depois passei para a crónica do António Lobo Antunes, desisti de a ler ao primeiro parágrafo: crónica? Não, o homem escreve contos!
Depois uma entrevista ao Jimmy Carter, acham que lhe perguntaram acerca do seu polémico livro (que lhe valeu a fama de anti-semita) dedicado ao fascismo israelita e ao genocídio dos palestinianos? NÃO! Perguntam-lhe acerca da construção de latrinas na Etiópia... isso mesmo... A CONSTRUÇÃO DE LATRINAS NA ETIÓPIA!!!
Página 32, inteiramente dedicada ao Barney... o cão do George W. Bush... isto é que é informação. Que tem direito a página oficial no portal do governo da casa branca (vejam, vejam carai, e não se envergonhem mais do Mário Soares).
Página 38, excelente artigo de José Gil. Aconselho vivamente. Ponto alto até agora.
E chegamos à página 87, Myanmar (que insistem em chamar de Birmânia, embora desde os tempos de Marco Polo os naturais do país o designem por Myanmar, a oposição capitalista, sionista e democrática insiste em chamar-lhe o nome imposto pelos colonizadores ingleses, demonstração de lealdade ao dono internacionalista?), claro que os maus são os do costume: o governo Nacional Socialista da Junta Militar. Os monges principescamente pagos pelo governo para não terem que trabalhar nem pedir esmola, com mosteiros mais vistosos que os do Tibete rebelaram-se... por causa do aumento de combustível?
Artigo de opinião de Rodrigo Tavares também muito bom, acerca da visita de Robert Mugabe (nacionalista africano).
Por fim li a reportagem sobre os Açores (muito agradável) e achei desnecessário ler o resto da revista.
De passagem notei na publicidade em homenagem ao Obikwelu (esse grande português do Zimbabué) e aos Lobos (os gajos da Argentina que sabem cantar o hino português e que não ganharam jogo nenhum).
Aaaaah, quase me esquecia, o vídeo que ilustra este postal (não sei se notam a águia Nacional Socialista por trás do virtuoso guitarrista Chit San Maung) é da banda myanmarense Iron Cross (Cruz de Ferro) cujo governo da Junta Militar promoveu as comemorações do 15º aniversário no activo no passado dia 9 de Agosto.
Curiosamente os elementos da banda são cristãos e alegadamente anti-regime... e o regime é uma ditadura tão grande que até promove no portal do governo os concertos da banda??? Não me gozem!
Ah e creio que convém ler mesmo lá no fim as queixas dum democrata acerca dos defeitos da ditadura em Myanmar, eu traduzo (e tentem não se rir): o Verão é muito quente e não temos ar condicionado, os autocarros são horríveis - chegam a levar 200 pessoas e não têm ar condicionado, a internet é muito cara e muito lenta, proibição de pornografia, enfim... o opositor do regime chega a afirmar que os semáforos estão calibrados DE PROPÓSITO para ficarem vermelhos durante muito tempo nas horas de ponta... porquê? Para torturar e angustiar os myanmarenses que assim, deprimidos e quebrados pelo tempo que perdem no trânsito, não se erguem contra a ditadura...
Parece o Caturo a dizer que os problemas do mundo são todos causados pelo Islão (ele afirma com cara séria que a Arábia Saudita é que controla a banca mundial... e acredita mesmo nisso! Há que respeitar).

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

Bom fim de semana Grande.


Deus, Pátria e Família.

Isto incomoda quem?



Com o Bernardo fora e o PR encalhado, postes em baixo. De serviço eu e o Flávio.

A divulgar este.

terça-feira, 2 de outubro de 2007

resistir e... inovar!


Antes de mais gostaria de partilhar que a versão portuguesa do Pravda, jornal fundado originalmente por Leon Trotksi em 1912, publicou, com a devida permissão, uma notícia original do Resistir Online (publicação virtual da TIR). Considerei importante revelar isto, uma vez que a TIR cada vez mais se afirma como sendo uma força de Esquerda Nacional e é de bom tom notar que alguma imprensa de esquerda já começa a notar nisso: não se trata de nenhuma camuflagem ideológica, somos o que está à vista.
Ou seja, na TIR resiste-se e... inova-se!
Curiosamente também os anarquistas espanhóis resistem e inovam, está disponível o cd "Chiapas: Los Ritmos del Espejo II", curiosamente foi-me oferecida uma cópia do primeiro cd aquando duma série de palestras no museu República e Resistência em que participei inclusive como orador e nas quais participaram anarquistas da CGT espanhola (meses antes o jornal anarquista Rojo y Negro tinha inclusive publicado uma foto minha junto duma foto do Salgueiro Maia num encontro internacional com anarquistas suíços, italianos e espanhóis, foi o lançamento dum sindicato entretanto ilegalizado pelo governo português) que nos trouxeram diversas revistas, jornais, livros, propaganda e cd's anarquistas e zapatistas, um dos presentes tinha conhecimento do meu fascínio pelo zapatismo (sou signatário da Sexta Internacional juntamente com um militante do Bloco de Esquerda) e acabaram por me oferecer o cd e ainda um livro sobre o EZLN. Podem comprar o cd por uns míseros 10 euros aqui.
Creio que nisto de resistir e inovar ninguém bate o EZLN nem a CGT.
Banda sonora: este postal foi escrito a meio da noite ao som de "Mis Colegas" (Ska-P), "Resistire" e "Algo Mejor" (The Locos).
E resistindo e inovando uns gajos que aí andam pediram-me para dar uma mãozinha na Revolução que aí vem a passos largos (data prevista de saída: em Outubro, claro, como qualquer revolução que se preze) e eu esta noite ainda tenho que entrevistar uns punks americanos e uns góticos italianos.

Esmeralda, Penafiel e os bitaites de Marcelo Rebelo de Sousa.

Falei do assunto aqui, em Março. Passaram os messes e a conclusão inevitável aconteceu.
Um País manipulado e intoxicado por interesses osbcuros de quem nada representa e, no mau perder, demonstra como bem ou mal a vitória de Luis Filipe Menezes é de saudar pelo verniz que já fez estalar entre os barões de coisa nenhuma que só gostam do Povo do PSD quando ele vota como eles querem.
É também a comunicação social a ditar leis, agendas e a manipular o sentido da opinião pública à sua vontade recorrendo a todo o tipo de propaganda mais ou menos clara.
Marcelo Rebelo de Sousa podia ter ficado calado não ofendendo Manuela Ferreira Leite e os que votaram livremente em Luis Filipe Menezes, demonstrando que o seu oportunismo sem carácter para pouco mais serve neste momento do que impingir a "literatura" de uma apresentadora de programas cor de rosa na SIC, Fátima Lopes.
Fátima Lopes que por acaso liderou a campanha que mobilizou o País para o comportamento criminoso de um tal sargento Gomes. Pelo caminho pouco contou realmente o interesse da criança Esmeralda.
A Justiça desta vez não cedeu e o que todos sabiamos confirmou-se.
O sargento Gomes tentou impor um facto consumado à Justiça passando por cima de toda a legalidade. Com base num papel assinado pela mãe biológica recusou durante anos entregar a Esmeralda ao seu Pai biológico que assim que soube ser o Pai da criança desde o seu primeiro ano de vida a reclama para si.
Se o tempo passou com as consequências visíveis para o bem estar da criança, tal deve-se apenas a culpa dos tribunais, da mãe biológica e do premeditado arrastar da situação pelo sargento Gomes e mulher.
Nunca ao Pai da criança. Configura-se aqui um caso de RAPTO.
Só estranho que os mesmos que se indignaram com a sentença dada à raptora da criança de Penafiel continuem a pactuar com os interesses pessoais do sargento Gomes e mulher. No limite a não condenação do sargento Gomes vai levar no futuro, como li ontem, a que qualquer criança raptada no futuro não seja entregue aos seus Pais biológicos para defesa da sua estabilidade emocional.
Chega de mentiras e manipulação mesmo neste País onde não se apuram responsabilidades e cada vez mais meia dúzia de figurantes apoiados pela imprensa moldam a realidade a seu belo prazer.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

A galeria do Suck.

Boa semana. Postes do Flávio e do PR em baixo.

domingo, 30 de setembro de 2007

ron paul: revolucionário na corrida à presidência dos eua


Se este postal vos parece quase encomendado pela equipa do Suck, desenganem-se, como é prática comum da minha parte de levar a metapolítica ao extremo procurando políticos e ideais diferentes e quase desconhecidos do grande público, achei que seria interessante divulgar aqui neste espaço a candidatura do Ron Paul.
Se calhar exagerei um pouco, como nos EUA existem apenas dois partidos, Democratas e Republicanos, existem alas da Direita e Esquerda em cada um dos partidos, o que é normal uma vez que num país com mais de 295 milhões de pessoas e com apenas dois partidos com assento parlamentar todas as vertentes (da extrema-esquerda à extrema-direita) ocupam secções dos dois partidos, Ron Paul parece ocupar o espaço mais à Esquerda dentro do conservador e direitista partido Republicano (é assim como que o Gregor Strasser do “Hitler” George W. Bush, ou o Rolão Preto em contraste com o Salazar… um revolucionário abafado num partido reaccionário).
Em verdade vos digo: o homem tem conseguido reunir à sua volta uma espécie mui distinta de apoiantes, dos nacionalistas aos anarquistas, passando pelos ecologistas e até alguns comunistas e muitos pacifistas. Tenho acompanhado ao longe a sua candidatura uma vez que um amigo meu, Paul Topete – vocalista dos Poker Face, é um dos delegados da sua campanha. Também recebi os dois exemplares duma revista que surgiu agora, praticamente só para apoiar a sua campanha, a Republic Magazine, com o subtítulo de “a revista do patriota moderno”.
Exige a retirada dos EUA do Médio Oriente, manifesta dúvidas acerca do 11 de Setembro, já foi devidamente acusado de anti-semita, o que fica sempre bem em qualquer revolucionário americano, considerando o lobby sionista existente naquele país. Conheçam-no, uma vez que a imprensa certamente não vos dará a conhecer esta opção revolucionária para a Casa Branca.
Postal do Pinto Ribeiro aqui em baixo.

A vitória de Meneses e a agonia desta República.

Os mais distraídos fazem de conta. Na eleição no PSD, agora, como, ontem, para a autarquia de Lisboa. Divórcio, sim. Entre o País real e o País, este regime e este Poder que nos tutelam, asfixiam e que só existe na cabeça de alguns. Eu sei que é preciso fazer de conta que se não percebe para tudo continuar na mesma. Até à implosão final. A "ideia" de País que nos é transmitida só existe mesmo nas páginas dos jornais de referência, nos colunistas e comentadores credenciados, nas pseudo élites que vieram à tona com a ranchada militar do 25 de Abril. Só existe nos sectores conhecidos e irrelevantes, sem qualquer expressão real, de facto, que se passeiam por São Bento, nos funcionários dos Partidos, dos avençados do Grande Capital sem rosto, público e privado, que administram e gerem em nome do Povo e nunca para e com o Povo. O País real não é o do Jornal Público, dos nichos bloquistas, da pressão gay, do polvo maçónico, do pretenciosismo de Pacheco Pereira, das capelinhas de intelectuais e artistas de merda. Entre tantos outros. Mesmo se quem pensa fora desta matriz é populista, ora bem. É-me indiferente o futuro do PSD ou o de Meneses. Mas sei que a vitória dele significou, em poucos meses, a segunda derrota do Regime. Felizmente. Mesmo e quando, ou precisamente, provocou tanta urticária em certos sectores e torna previsível a derrocada desta República e da partidocracia em que vivemos. O resto, da semana, é a gravidade, ainda outra depois da Independente, do comportamento do engenheiro a propósito de Souto Moura, ( ontem no Sol ). Essa é a República em que vivemos. Assustadora, até pela falta de consequências que promove. Ou a imbecilidade folclórica da nossa dita extrema direita. Vandalizar cemitérios judeus é criminalidade pura. Caso de polícia. Mais ridículo só Pinto Coelho a falar de Mário Machado, personagem sensível, culta e pura, ( sic ), ou o passeio de ontem em Viana de Castelo. O inimigo, aqui, é o sionismo. Não os judeus, em abstracto. Mesmo quando eu sei que ao defender a destruição da Entidade Sionista sou racista, claro. Ou fomento a dita discriminação racional. Mas não o é o racismo propagandeado pela sionista Mucznick nos tempo de antena televisivos ou nas suas crónicas na imprensa. Como o sou, racista e xenófobo, ao combater a actual política de imigração. Por essas e por outras vâo-se impondo as vitórias dos meneses. Ainda bem.

sábado, 29 de setembro de 2007

que venham muitos mais


Hoje é dia de festa, cantam as nossas almas...

Bom fim de semana. ( Porque hoje é hoje um abraço especial ao PR, carai! ).

" O selvagem que gosta de si próprio, da mulher e do filho, contribui para o bem da tribo e de si próprio. Para o seu próprio bem. É mais genuíno do que esse fantasma culto, o cidadão do mundo que consumido pelo amor dos seus semelhantes ama uma quimera. O coração exaurido do cosmopolita supérfluo não serve de lar a ninguem. Vejam bem! A luz da pretensa cultura está a devorar tudo à sua volta como um cancro! " ( Herder ).
Atenção ao post debaixo.

quinta-feira, 27 de setembro de 2007

O estado da Educação.

Basta!

Ao contrário provavelmente da maioria dos pais e encarregados de educação portugueses ainda não me demiti, distraí, alienei responsabilidades e não tenciono abdicar das mesmas, dos meus deveres e dos meus direitos. Provavelmente, por também ser dos poucos a sentir a crise, não recebo qualquer subsidio do governo deste País, incluindo o abono de família, e, como tal, só ontem comprei e consultei detalhadamente o Livro de Português a ser utilizado, repito: a PORTUGUÊS, pela minha filha, 6º. ano. Sei, pelo que ouço, pretender o Senhor Ministro da Administração Interna, com o restante governo, presumo, educar as mentalidades das nossas crianças, ( sic). Eu recuso-lhe essa pretensão. Mesmo porque nada me diz ter o referido Senhor qualquer mérito especial, ético, moral ou intelectual, para assumir um papel que me compete a mim e à Família. Mas sei que a máquina funciona e está lá. Teimosamente resisto. Não aceito. Teimosamente, mesmo sabendo o que tal implica num País de medo, silêncios e omissões, dizer NÃO e recusar, combatendo, o pensamento politicamente correcto. E exigir uma Escola que ensine, o que se não verifica, deixando a EDUCAÇÃO para os Pais. Aliás, só assim se entendem as programadas alterações ao programa disciplinar, persistentemente insistindo em enfiar a " Educação Sexual " com nota de avaliação, já no sexto ano, onde se dá destaque à tolerância e diversidade sexual, bem como à contracepção sem referir, naturalmente, uma Educação Sexual assente nos princípios da Abstinência e da Castidade. À Escola não cabe " educar ". Muito menos partindo o normativo de quem só nos pode merecer dúvidas e reticências.
Para já, o registo que me leva hoje a postar e, no seguimento, ir activar junto de todas as entidades o pedido para que seja retirado o referido livro de PORTUGUÊS atribuído à minha filha, bem como ao reembolso do valor que paguei. De língua, da Língua e dos seus autores, PORTUGUESES, pouco ou nada está presente. Um ou outro nome habitual e suficientemente suspeito, como Letria. Estrangeiros, muitos. Como os assuntos que nada têm a ver com Língua Portuguesa. Editora, Plátano, " Português em linha ". O que temos?
Referências a datas especiais. Ao acaso. O dia dos namorados, o carnaval, santos populares: nunca, em parte nenhuma, por acaso, o DIA DE PORTUGAL! O Natal que não a Páscoa. Será uma questão de consumo?
Biografias, diários, personagens históricas. Muitas, portuguesas, rareiam. Não faltam os nomes maiores de um certo pensamento cultural, assente na pretensa arte degenerada, Picasso e Charlot que, sendo questionáveis enquanto artistas, mais o serão enquanto Homens. Com a língua portuguesa, não vejo nada a propósito.
Por fim, abreviando, páginas e páginas com Anne Frank, onde são mais do que visíveis os erros pedagógicos e a escandolosa manipulação ideológica. Se querem falar de crimes e bombas é curioso o esquecimento cirúrgico de Dresden, Hiroshima, a referência ao Goulag soviético ou ao Cambodja de Pol Pot. Normal num Governo que vai receber Mugabe e apadrinha Angola, inadmissivel em quem, como eu, pretende educar a filha com outros preceitos e referências. Em especial quando o livreco informa que a Alemanha nazi invadiu a Holanda em 1946, página 85. Lapidar.
Mais haverá a apontar. Os pés de página com referências a pedir ao professor para estabelecer ligação de músicas aos telemóveis dos alunos. Por exemplo. Penso que basta o apontado. Sabemos, todos, como vai a Educação em Portugal. Mesmo os aparentemente distraídos. Este livro prova-o à saciedade e é um insulto a qualquer encarregado de educação mais responsável.
Vou, como afirmei, actuar legalmente em tudo o que me for possível para denunciar e alterar esta situação concreta. Conto com o apoio e solidariedade de todos. A luta, esta luta é a de todos os que recusam a morte anunciada da nossa Educação e do nosso País.

quarta-feira, 26 de setembro de 2007

olá olá

Sou novo cá na casa, postal de apresentação está em baixo.