



Como aqui ando perdi não a Revolução mas os festins onde ela vai ardendo. Ninharias de quem na Europa mal sabe o que lhe vai por casa. Houve mais Maddie, outra vez e já seria cómico não fosse tratar-se de uma criança, ( até o escarro do Bild lá anda a chafurdar, sintomático ), vai haver uma comissão de inquérito, mais uma, na Saúde por causa das mamas internas e o Povo, feliz, comemora a derrota do FCP. Haja futebol, carai! Mas ele há coisas que não percebo nem quero perceber, que para mim devia era festejar-se a vitória do nosso. O meu, desceu. O Rostock. A vinda foi curta e nem um pouco de sol valeu. Felizmente há feijão para o almoço. Sem conversas sobre o PSD ou sobre a Praia da Luz. Tchuss Camaradas que me vou hoje por uns tempos. Aguentem-se que mau anda isto e eu vou tentar o mesmo. Leiam este se faz favor: Kapitalismuskritik für das 21. Jahrhundert. E viva Barmbek! ( Hoje é dia da mãe. Como li algures, os afectos não se compram. Todos os dias são dias da mãe. Ou não. De caminho queimem é a Queima que há coisas, com ou sem Bolonha, que são apenas degradantes. Como a praxe e a tradição académicas. Querem beber copos vão a um bar. Fado é no bairro alto, penso eu que já sou suficientemente parvo para tanta imbecilidade ).






porque há dias mesmo assim. Cansados. E às voltas com o corpo que Deus nos deu. Assim, a abrir devagar os olhos e fazer aquelas coisas todas que escondem desalentos vários. A estupidez alheia. A mediocridade usual. Mais o resto. Os aumentos, o pão, o arroz, ainda, ou ler este 


































