quarta-feira, 15 de agosto de 2007

Theodore Kaczynski, aliás, Unabomber,

revolucionário crítico da actual sociedade técnica-tecnológica, da atomização social ou das redes de comunicação, já o tinha escrito preto no branco: o ódio por si mesma é uma característica típica da esquerda. Lembrei-me disto e muito mais ao ler alguém como o caviar chic do Louçã, hoje, no Público, apelidar VPValente de burguês, o que certamente será. Fraco argumento no entanto, o do pregador. Corra-se a vida de Louçã e de outros berloques revolucionários, ( ao acaso, têm os filhos na escola pública os ditos defensores da dita?, a família a exercer na saúde privada em defesa do SNS? ), e digam lá como classificar o menino das avenidas filho do almirante? Sobre isto e muito mais será tempo de reler o Manifesto do americano, na Fenda, por cá, e o seu olhar sobre "o futuro da sociedade industrial ".




Ainda com Kaczynski, recordei a alínea 189: a História é feita por minorias activas e determinadas. Ontem no Porto, em encontro nacional, recordou-se Aljubarrota.

8 comentários:

wind disse...

Bom dia:)
Já não se cumprimentam os amigos?:)))
beijos

Susana Barbosa disse...

bom feriado!
bjinhos

Opintas/Bernardo Kolbl disse...

A élite? Eheheh...

Nero disse...

O Louçã depois da história do Zé nem caricato já é.

vida de vidro disse...

Para o Louçã, já não há pachorra! Nem me incomodo a classificá-lo.
Quanto ao parágrafo final, concordo. As maiorias tendem para a "carneirada".
Concordar tanto contigo, deve ser da chuva... **

Thunder disse...

Bom resto de semana.Bjocas.

Su disse...

vim deixar jocas maradas

psttt louça ..louça......ele é de louça-----esse til é o disfarce eheheh

MEU DOCE AMOR disse...

E existem os burgueses com pretenções a aristocratas.Isso é que me incomoda.

Nas escolas públicas? Hum...isso é para a plebe:)

Realmente a minoria é aquela que se define.No entanto é necessário uma retaguarda forte.

Aljubarrota sempre.

Beijinho doce continuação de boa semana